sábado, 29 de novembro de 2014
Lei Nº 9.035/2007: Declara integrante do patrimônio cultural, histórico, geográfico, natural, paisagístico e ambiental do Rio Grande do Norte, a Caverna da Furna Feia, localizada no município de Mossoró
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Lei Nº 9.571/2011: Institui o Dia Estadual à Memória da Beata mártir Irmã Lindalva Justo de Oliveira
sábado, 22 de novembro de 2014
Hino do município de Campo Grande/RN
Composição: Maestro Raniere Soares
Sobre as margens do Rio Upanema
Nosso sangue indígena se deu,
Da nação dos tapuias que outrora
Defendia com bravura o solo seu.
A tribo dos pegas que habitavam
Esta terra protegida por Tupã,
A Cuó nos sombreia para sempre,
A natureza jamais nos deixa vã.
(Refrão)
Campo Grande és orgulho
Dos Patrícios que nascem aqui,
Terra amada és tão bela
Para nós o eterno porvir.
Da riqueza encravada no sertão,
Tem provido abundante sustento,
A cultura e a fé que nos animam
Destemidos sertanejos sem lamentos.
Essa crença herdada dos silvícolas
Nos protege da lança e do fuzil,
Campo Grande tu és muito forte,
A mais bela e amada do Brasil.
(Refrão)
Verde e branco ostenta tua flâmula,
É um escudo que fala por nós,
Berço santo de musicalidade,
Neste Campo é melodia em uma só voz.
Louvaremos amantíssima cidade
Que nos dá toda força e Vigor,
Fragmento de um paraíso
Um refúgio de Paz e Amor.
Hidrografia do RN
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Lei Nº 9.882/2014:Fica reconhecido como de Utilidade Pública o Museu Auta Pinheiro Bezerra, no município de Santa Cruz
domingo, 16 de novembro de 2014
Solos do RN
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
O domínio holandês na Capitania do Rio Grande
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Participação dos índios potiguares na luta contra os holandeses

segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Vegetação do RN
As plantas dependem de uma série de fatores para viver. Um desses fatores é o CLIMA que vai determinar a presença e a quantidade de água disponível; outro fator é a qualidade do SOLO. Assim como o CLIMA e os SOLOS, também temos diferentes formas de VEGETAÇÃO, que é o conjunto de plantas que recobre o solo de um lugar.
• OS CERRADOS – outro tipo de vegetação que ocorre nos Tabuleiros Costeiros e é formada basicamente por gramíneas (capim) e vegetais arbustivos de pequeno porte como a mangabeira e a lixeira.
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Fonte: Altas Escolar do Rio Grande do Norte - José Lacerda Alves Felipe / Edilson Alves de Carvalho.
domingo, 9 de novembro de 2014
Relevo do RN
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Ocupação e povoamento do RN
Os primeiros habitantes desse espaço, ou lugar, hoje chamado Rio Grande do Norte, foram os índios, que viviam em harmonia com o ambiente natural, sem ocasionar grandes modificações no meio ambiente, retirando da natureza apenas o necessário à sua sobrevivência.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
O interesse holandês na Capitania do Rio Grande
Holandeses na Capitania do Rio Grande
domingo, 26 de outubro de 2014
Cangaço no Rio Grande do Norte - A história que não foi contada(II)
sábado, 25 de outubro de 2014
Cangaço no Rio Grande do Norte - A história que não foi contada (I)
Em um dos inúmeros Seminários promovidos para debater a história do cangaço, com ênfase para seus protagonistas, ouvi, de renomados estudiosos desse truculento capítulo da historiografia nordestina, que ainda há muitos episódios e facetas envoltos em abissal mistério. Constata-se, à exaustão, voluntariosas e inconsistentes omissões quanto à divulgação em livros ou em artigos esparsos. As narrativas equilibram-se de acordo com as circunstâncias e tendências em conflito. São raros os historiadores/pesquisadores que evidenciam e deixam uma lição de coragem e exemplo de independência, gestos raros numa época de subserviências e fraquezas éticas. Foram/são homens de diretrizes certas e vontades próprias, sob a tutela das quais neutralizam os velhos vícios do mandonismo e do arbítrio. Custeiam, com recursos próprios, as suas publicações em livros e opúsculos, para não fazer como tantos que se atêm com deturpação dos fatos e distorção da história. Já é perceptível o surgimento de um segmento entre os pesquisadores sobre o cangaço, que exorcizam fatos históricos entregues ao olvido. À esses, rendo o meu preito de admiração e respeito, inexpugnáveis.
Enviado por Marcos Pinto - historiador e advogado apodiense.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Lei Nº 9.768/2013: Altera a Lei nº 9.690, de 15 de janeiro de 2013, que "define os limites geodésicos dos Municípios de Caraúbas, Upanema e Augusto Severo
sábado, 21 de junho de 2014
Morre o deputado estadual Agnelo Alves, ex-prefeito de Natal
Morreu neste domingo (21), aos 82 anos, o jornalista e deputado estadual Agnelo Alves (PDT). Ex-senador e ex-prefeito de Natal e Parnamirim, ele estava internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde tratava um quadro de infecção respiratória. Há três anos, também combatia um câncer no esôfago.
Agnelo é pai do atual prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, e tio do ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, e do senador Garibaldi Filho.
Para a vaga deixada na Assembleia, assume o médico Vivaldo Costa (PROS).
Agnelo
Agnelo Alves nasceu na cidade de Ceará-Mirim, na Grande Natal, no dia 16 de julho de 1932. É membro de uma das famílias mais influentes do Rio Grande do Norte: é irmão de Aluízio Alves; pai do atual prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves; e tio do atual ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, e do senador Garibaldo Alves Filho.
Se tornou jornalista profissional trabalhando na Tribuna do Norte, jornal que pertencia ao seu irmão, Aluízio Alves.
Foi para o Rio de Janeiro em 1955. Trabalhou como jornalista na Tribuna da Imprensa, Diário Carioca, Jornal do Brasil e Diário de Pernambuco. De volta a Natal, desempenhou várias funções no governo de Aluízio Alves. Como presidente da FUNDHAP, implantou o projeto da Cidade da Esperança, primeira experiência em habitação popular no Brasil.
Em 1965, Agnelo Alves foi candidato a prefeito de Natal e venceu as eleições. Governou de 1966 até 1969, pelo MDB, quando foi teve seus direitos políticos cassados pelo regime militar em maio de 1969.
Como jornalista, teve participação efetiva ao lado do irmão Aluízio Alves na campanha das “Diretas Já”, e depois na campanha de Tancredo Neves à Presidência da República. Com o retorno do Brasil ao regime democrático, assumiu a diretoria de crédito geral do BNB, e em seguida a presidência do banco até maio de 1990.
Atuou como apresentador do Bom Dia RN, telejornal da Inter TV Cabugi até o ano de 1996.
Em 1998, se tornou suplente do senador Fernando Bezerra. Com a posse de Bezerra no Ministério da Integração Nacional, Agnelo Alves assumiu o mandato entre 3 de agosto de 1999 a 31 de dezembro de 2000. Ainda no ano 2000 se candidatou a Prefeitura de Parnamirim, município da Grande Natal, e venceu as eleições. Foi reeleito em 2004.
Em 2010 foi eleito deputado estadual pelo PDT e reeleito em 2014.
A prefeitura de Natal já emitiu nota de pesar e decretou três dias de luto oficial.
É com pesar que a Prefeitura do Natal recebeu a notícia do falecimento hoje (21/06) em São Paulo do deputado Agnelo Alves. O prefeito Carlos Eduardo decretou luto oficial de três dias no município. Agnelo foi prefeito de Natal entre os anos de 1966 e 1969 quando foi cassado pela ditadura militar. Foi duas vez prefeito de Parnamim e senador da República. Dedicou sua vida ao jornalismo e militou na política. A família do deputado irá comunicar assim que possível o local e o horário das exéquias de despedida.
O Governo do Estado também emitiu nota de pesar, assinada pelo governador Robinson Faria.
O Governo do Estado do Rio Grande do Norte vem, com pesar, anunciar o decreto de luto oficial de três dias pelo falecimento do deputado estadual Agnelo Alves, ocorrido na tarde deste domingo, no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde estava internado para tratamento médico.
Agnelo foi prefeito de Natal na década de 1960; duas vezes prefeito de Parnamirim, em 2000 e 2004; suplente de Senador, tendo assumido o mandato em 1999; e atualmente exercia o segundo mandato como deputado estadual.
Neste momento de profunda dor, o governo manifesta votos de pesar à esposa Celina Alves, aos filhos Carlos Eduardo Alves (prefeito de Natal), Agnelo Alves Filho e José Luiz Alves, bem como aos netos e demais familiares.
A morte de Agnelo Alves representa uma enorme perda para os ambientes político e jornalístico do Rio Grande do Norte.
A Assembleia Legislativa, também emitiu nota.
Os deputados estaduais da 61ª legislatura da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte lamentam a morte do deputado estadual Agnelo Alves (PDT) que faleceu na tarde deste domingo (21) em São Paulo, onde recebia tratamento contra uma infecção pulmonar, consequência do tratamento de quatro anos contra o câncer.
os 82 anos, Agnelo estava em seu segundo mandato como deputado estadual, após ter sido senador da república, prefeito de Natal e de Parnamirim e fazia tratamento de combate a um câncer no esôfago diagnosticado em 2011.
O Poder Legislativo decreta três dias de luto pelo falecimento do parlamentar. Estão suspensas as sessões, audiências públicas e reunião das comissões legislativas.
Em nome dos deputados estaduais e do presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira de Souza, a Assembleia presta sinceras condolências aos familiares, amigos e admiradores de Agnelo, pedindo a Deus que conforte a todos.
Por G1/RN























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