sábado, 23 de setembro de 2017

O agropecuarista Aldo Porto


Aldo Porto

Aldo de Queiroz Porto, nasceu no município de Ererê-CE, no dia  17 de julho de 1913, sendo Filho de Antônio Florentino de Queiroz e Maria Porto de Queiroz. Ficou órfão de pai com apenas 4 anos de idade e com 9 anos ficou órfão de mãe.

Quando completou 16 anos mudou-se para Mossoró-RN pela influência de tios, indo trabalhar como funcionário na empresa Tertuliano Fernandes, junto com seus irmãos Francisco(Chico Porto) e Elizeu. 

Maria Lobo e Aldo Porto. 

Aldo Porto ainda jovem foi residir em Catolé do Rocha-PB onde casou-se com Maria Lobo de Queiroz Maia, esta catoleense. Logo se iniciaram as suas primeiras atividades rurais na Fazenda Colina, esta adquirida em sociedade com seu irmão Chico Porto (ex-prefeito de Tabuleiro Grande-RN).

Com o passar dos anos e como fruto de muito trabalho se tornou um dos maiores agropecuaristas da Paraíba, com propriedades rurais em Catolé do Rocha-PB, Apodi-RN, Campo Grande-RN, Governador Dix-Sept Rosado-RN e também no CE. Foi considerado por muitos anos o maior cotonicultor (produtor de algodão) da região e proprietário do maior engenho da época. 

Aldo Porto era conhecido como pessoa de boa índole e pela sua simplicidade com todos. Ao longo de toda sua vida foi de empregado á patrão sempre respeitando todos e se tornando muito querido na região até hoje com 30 anos do seu falecimento. Em certo período foi o maior empregador rural da região, dando emprego e moradia a 225 famílias espalhadas pelas suas propriedades.
Com Maria Lobo de Queiroz Maia, sua esposa, teve mais de 50 anos de casados e 20 filhos, onde 5 destes morreram ainda pequenos. Faleceu aos 72 anos de idade  na cidade de Natal/RN, no dia 07/05/1986, deixando 15 filhos, netos e bisnetos:

Diomedes Lobo Porto (in memorian);
Antônio Lobo Porto (in memorian);
Maria Lobo Porto;
Aldecy Lobo Porto;
Francisca Lobo Porto (in memorian);
Aldo Lobo Porto;
Francisca de Fátima Lobo Porto;
Francisco Lobo Porto;
Irenice Lobo Porto;
Felícia Lobo Porto;
Aldemar Lobo Porto;
Alcimar Lobo Porto;
Normalúcia Lobo Porto;
Antônio Florentino Lobo Porto (in memorian);
Agnaldo Lobo Porto.

sábado, 27 de maio de 2017

A maior milícia particular da Região Oeste Potiguar

A MAIOR MILÍCIA PARTICULAR (Grupo de Jagunços) DA REGIÃO OESTE POTIGUAR (1919-1936):





Benedito Saldanha

JOAQUIM DANTAS DA SILVA SALDANHA - O maior arregimentador de jagunços da região Oeste potiguar, juntamente com o seu irmão BENEDITO DANTAS DA SILVA SALDANHA. O famoso cangaceiro Massilon Leite Benevides afirmava ser afilhado de Quincas Saldanha e que residiu em sua fazenda em Caraúbas durante cerca de 03 anos. 
Quinca e Benedito comandavam a mais forte milícia particular, transformando suas fazendas em Caraúbas num estratégico coito para acomodar cangaceiros, fugitivos dos estados do RN, PB, CE, PE, BA, AL, principalmente dos estados da Paraíba e Pernambuco. Para isso contava com a omissão voluntariosa e cúmplice dos governantes e do judiciário do Rio Grande do Norte. 

Cite-se os casos das flagrantes parcialidades dos Juízes e depois Desembargadores RÉGULO TINOCO (Vide a HECATOMBE DE 1919 em Pau dos Ferros - Livro "Massilon" - do grande historiador Honorio de Medeiros), FELIPE GUERRA (Cunhado e protetor do parente Tilon Gurgel), JOSÉ FERNANDES VIEIRA (Genro e protetor de Martiniano de Queiroz Porto, que tinha, também, sua milícia particular composta por cangaceiros desprendidos de outros bandos), HORÁCIO BARRETO (Figadal inimigo político e pessoal dos dos Coronéis João Jázimo Pinto, Francisco Pinto e Lucas Pinto.) 

Horácio era Sobrinho de Juvêncio Barreto, dono da famosa fazenda "Unha de Gato", à época município de Apodi e hoje do município de Itaú-RN, onde acoitou e deu dormida ao bandido Roldão Maia(do Itaú) no dia 01 de Maio de 1934, ocasião em que lhe fez recomendações sobre a necessidade de se manter sigilo inviolável sobre os nomes dos mandantes e autores intelectuais do covarde crime, TILON GURGEL e LUIZ LEITE, à época prefeito do Apodi, que viria a ser consumado às 20:30 h. do dia seguinte. Ainda compunham a face macabra e satânica do judiciário potiguar, asquerosa e protetora de bandidos os Drs. JOÃO FRANCISCO DANTAS SALES, que foi indicado para a comarca de Apodi (Período 1922-1925) por indicação pessoal do Des. Felipe Guerra, com o fito único de perseguir a honrada família PINTO, cujo Juiz recebia às escâncaras, em sua casa em Apodi, o bandido Benedito Dantas Saldanha, e LUIZ MANOEL FERNANDES SOBRINHO (Caraúbas 28.02.1856/Natal 1935).Luiz era amigo íntimo dos irmãos Saldanha BENEDITO e QUINCA.  

Durante a poderosa e truculenta hegemonia dessa jagunçada dos irmãos Saldanha os habitantes da região de Apodi viviam sobressaltados, em constante estado de pânico generalizado, mesmo entre os que se diziam protegidos por essa malta banditícia.

Por Marcos Pinto, historiador e advogado apodiense.

domingo, 2 de abril de 2017

Casa de Câmara e Cadeia de Portalegre/RN




Em 08 de dezembro de 1761, quando da fundação da Vila de Índios de Portalegre, estava iniciada a obra da primeira casa de governo e justiça, cujo pavimento superior abrigava a câmara e a parte inferior as celas dos prisioneiros. Não se sabe a data de conclusão da construção, mas se sabe que no fim do século XVIII a primeira Casa de Câmara e Cadeia do sertão da Capitania do Rio Grande do Norte já estava em funcionamento.

É com espírito de júbilo que a Prefeitura de Portalegre devolveu aos portalegrenses  no dia 01 de abril de 2017, seu maior patrimônio histórico e arquitetônico agora reformado e abrigando no seu interior um Museu, uma Pinacoteca e a Biblioteca Municipal. Na parte detrás do prédio foi construído o espaço cultural "Cantofa e Jandi" com auditório, palco, camarim e quiosques.




Biblioteca Municipal 















Espaço Cultural em homenagem as índias Cantofa e Jandi 

 Um pouco da historia de Cantofa e Jandi. 

  
Informações enviada por Marcksuel Oliveira  - Diretor da Casa de Câmara e Cadeia de Portalegre 

Casa de Câmara e Cadeia de Portalegre



Em 08 de dezembro de 1761, quando da fundação da Vila de Índios de Portalegre, estava iniciada a obra da primeira casa de governo e justiça, cujo pavimento superior abrigava a câmara e a parte inferior as celas dos prisioneiros. Não se sabe a data de conclusão da construção, mas se sabe que no fim do século XVIII a primeira Casa de Câmara e Cadeia do sertão da Capitania do Rio Grande do Norte já estava em funcionamento.

É com espírito de júbilo que a Prefeitura de Portalegre devolveu aos portalegrenses  no dia 01 de abril de 2017, seu maior patrimônio histórico e arquitetônico agora reformado e abrigando no seu interior um Museu, uma Pinacoteca e a Biblioteca Municipal. Na parte detrás do prédio foi construído o espaço cultural "Cantofa e Jandi" com auditório, palco, camarim e quiosques.




Biblioteca Municipal 















Espaço Cultural em homenagem as índias Cantofa e Jandi 

 Um pouco da historia de Cantofa e Jandi. 

  
Informações enviada por Marcksuel Oliveira  - Diretor da Casa de Câmara e Cadeia de Portalegre