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sexta-feira, 28 de agosto de 2026

IBGE: RN 'ganha' 8,5 mil habitantes em um ano; Veja estimativa para cada município


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nexta sexta-feira(28) a Estimativa da População de todos os municípios e estados brasileiros para o ano de 2026.

No Rio Grande do Norte, 57 municípios tiveram redução de população, incluindo a capital do estado, que saiu de 784.249 habitantes estimados em 2025 para 783.196 estimados em 2026, seguindo tendência observada no ano passado. Apesar do recuo, Natal continua sendo a cidade mais populosa do estado.

As Estimativas são utilizadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e são fundamentais para indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos entre o Censo Demográfico. A pesquisa também considera alterações de limites territoriais que ocorreram após o Censo 2022. Os dados têm como data de referência o dia 1º de julho de 2026. 
 
A população total do estado do Rio Grande do Norte foi estimada em 3.463.737 residentes. O número representa um aumento de 8.501 pessoas em relação à estimativa de 2025. (3.455.236 pessoas).

Entre os municípios potiguares, as reduções proporcionalmente mais relevantes ocorreram em Touros, que saiu de 34.767 habitantes estimados em 2025 para 34.412 em 2026; em Venha-Ver, que reduziu de 3.005 para 2.976 pessoas; e em João Dias, que caiu de 2.073 para 2.054 residentes no mesmo período. 

Por outro lado, Pureza, com aumento de 9.752 para 10.283 pessoas, Extremoz, com aumento de 68.584 para 70.452 habitantes, e Tibau do Sul, com crescimento de 18.080 para 18.302 residentes, tiveram os crescimentos populacionais proporcionalmente mais intensos entre 2025 e 2026. 

Os dados mostram ainda que os 10 municípios potiguares com maiores populações estimadas concentram mais da metade da população do estado (54,18%). Todos eles têm mais de 50 mil habitantes.

Municípios com maiores populações estimadas no RN – 2026

1. Natal - 783.196 pessoas
2. Mossoró - 279.100 pessoas
3. Parnamirim - 273.952 pessoas
4. São Gonçalo do Amarante -125.691 pessoas
5. Macaíba - 87.634 pessoas
6. Ceará-Mirim - 83.662 pessoas
7. Extremoz - 70.452 pessoas
8. Caicó - 63.338 pessoas
9. Assú - 59.278 pessoas
10.São José de Mipibu - 50.386 pessoas

RN tem 16 municípios com menos de 3 mil habitantes

O levantamento do IBGE também aponta que o Rio Grande do Norte tem 16 municípios com menos de 3 mil habitantes, com a entrada de Venha-Ver na lista. 
 
Além disso, apenas Viçosa, cidade menos populosa do estado, tem menos de 2 mil residentes.

A pesquisa mostra ainda que dos 10 municípios com menores populações, quatro sofreram redução entre 2025 e 2026: João Dias, Bodó, Jardim de Angicos e Pedra Preta. 

Municípios com menores populações estimadas no RN – 2026

1. Viçosa - 1.909 pessoas
2. João Dias - 2.054 pessoas
3. Ipueira - 2.090 pessoas
4. Galinhos - 2.159 pessoas
5. Monte das Gameleiras - 2.347 pessoas
6. Bodó - 2.357 pessoas
7. Taboleiro Grande - 2.411 pessoas
8. Timbaúba dos Batistas - 2.428 pessoas
9. Jardim de Angicos - 2.483 pessoas
10.Pedra Preta - 2.491 pessoas

Sobre as Estimativas de População

As Estimativas da População fornecem, anualmente, o total de habitantes dos municípios e das unidades da Federação brasileiras, com referência em 1º de julho do ano corrente. Produzidas pelo IBGE desde 1975 e publicadas no Diário Oficial da União desde 1992, elas atendem a determinações legais e têm papel estratégico para a administração pública, especialmente por servirem de base ao Tribunal de Contas da União (TCU) na distribuição dos recursos dos Fundos de Participação dos Estados (FPE) e dos Municípios (FPM). 

As estimativas são calculadas pelo método AiBi, desenvolvido em 1972, que combina as projeções populacionais mais recentes para o Brasil e as unidades da Federação com as tendências de crescimento observadas nos municípios a partir dos dois últimos Censos Demográficos. Os cálculos também incorporam atualizações da divisão político-administrativa do país, refletindo alterações territoriais ocorridas após o último Censo. 

Confira a seguir a estimativa completa da população de cada um dos 167 municípios do RN, segundo o IBGE:

1. Natal - 783.196 

2. Mossoró - 279.100 

3. Parnamirim - 273.952 

4. São Gonçalo do Amarante 

5. Macaíba - 87.634 

6. Ceará-Mirim - 83.662 

7. Extremoz - 70.452 

8. Caicó - 63.338 

9. Assú - 59.278 

10. São José de Mipibu  - 50.386

11. Currais Novos - 42.915

12. Santa Cruz - 39.198

13. Apodi - 37.574

14. Nova Cruz - 35.514

15. João Câmara - 34.925

16. Nísia Floresta - 34.674

17. Touros - 34.412

18. Pau dos Ferros - 32.259

19. Canguaretama - 30.773

20. Goianinha - 28.616

21. Baraúna - 28.552

22. Macau - 28.318

23. Areia Branca - 24.573

24. São Miguel - 24.509

25. Monte Alegre - 24.055

26. Santo Antônio - 22.807

27. Parelhas - 22.300

28. Caraúbas - 20.202

29. Jucurutu  - 18.320

30. Tibau do Sul - 18.302

31. São Paulo do Potengi - 17.419

32. Lagoa Nova - 16.274

33. Guamaré - 16.197

34. Ipanguaçu - 14.580

35. Jardim de Piranhas - 14.474

36. Pedro Velho - 14.196

37. Upanema - 14.080

38. Alexandria - 14.073

39. Serra do Mel - 13.935

40. Arez - 13.703

41. Tangará - 13.565

42. Alto do Rodrigues - 12.890

43. Santana do Matos - 12.700

44. Brejinho - 12.670

45. Poço Branco - 12.514

46. Pendências - 12.464

47. Governador Dix-Sept Rosado - 12.223

48. Angicos - 11.997

49. Jardim do Seridó - 11.933

50. Ielmo Marinho - 11.877

51. Montanhas - 11.794

52. Taipu -  11.701

53. Passa e Fica - 11.407

54. Cerro Corá - 11.345

55. São José do Campestre - 11.259

56. Serra Caiada - 11.257

57. Patu - 11.186

58. Afonso Bezerra - 11.165

59. Vera Cruz - 11.061

60. Espírito Santo - 10.964

61. Acari - 10.846

62. Rio do Fogo - 10.711

63.  São Miguel do Gostoso - 10.679

64. Umarizal - 10.639

65. Tenente Ananias - 10.632

66. Florânia - 10.582

67. Maxaranguape - 10.535

68. Campo Redondo - 10.515

69. Bom Jesus - 10.335

70. Grossos - 10.308

71. Pureza - 10.283

72. São Tomé - 10.136

73. Campo Grande - 10.094

74. Lajes - 10.082

75. Carnaubais - 10.042

76. Luís Gomes - 9.257

77. Baía Formosa - 9.131

78. Boa Saúde - 8.848

79. Lagoa Salgada - 8.692

80. Martins - 8.420

81. Carnaúba dos Dantas - 8.324

82. Cruzeta - 8.253

83. Marcelino Vieira - 8.075

84. Jaçanã - 8.055

85. São Rafael - 7.879

86. Portalegre - 7.875

87. Serra Negra do Norte - 7.799

88. Riachuelo - 7.663

89. Lagoa de Pedras - 7.615

90. Itajá - 7.570

91. Doutor Severiano - 7.271

92. Lagoa D'anta - 6.776

93. Jandaíra - 6.756

94. Antônio Martins - 6.722

95. Serrinha - 6.608

96. São Vicente - 6.546

97. Felipe Guerra -  6.485

98. Caiçara do Norte - 6.483

99. Pedro Avelino - 6.281

100. Encanto - 6.323

101. Tenente Laurentino Cruz - 6.183

102. São João do Sabugi - 6.142

103. Senador Elói de Souza - 6.046

104. José da Penha - 5.967

105. São Pedro - 5.877

106. Serra de São Bento - 5.869

107. Tibau - 5.816

108. Rafael Fernandes - 5.714

109. Severiano Melo - 5.610

110. Equador - 5.447

111. Itaú - 5.441

112. Várzea -  5.391

113. Porto do Mangue - 5.345

114. Coronel Ezequiel - 5.226

115. Japi - 5.207

116. Ouro Branco - 5.095

117. Santa Maria - 5.006

118. Lajes Pintadas - 4.960

119. Parazinho - 4.949

120. Bento Fernandes - 4.903

121. Janduís - 4.794

122. Serrinha dos Pintos - 4.818

123. Almino Afonso - 4.799

124. Sítio Novo - 4.736

125. São José do Seridó - 4.748

126. Messias Targino - 4.417

127. Rodolfo Fernandes - 4.342

128. São Francisco do Oeste - 4.333

129. Coronel João Pessoa - 4.279

130. Riacho de Santana - 4.247

131. Frutuoso Gomes - 4.229

132. Senador Georgino Avelino - 4.210

133. Barcelona - 4.112

134. Major Sales - 4.104

135. Paraná - 4.050

136. São Bento do Trairi - 3.888

137. Jundiá - 3.877

138. Olho d'água do Borges - 3.725

139. Pedra Grande - 3.743

140. Paraú - 3.642

141. São Fernando - 3.612

142. Lucrécia - 3.573

143. Triunfo Potiguar - 3.480

144. São Bento do Norte  - 3.457

145. Caiçara do Rio do Vento - 3.361

146. Vila Flor - 3.318

147. Ruy Barbosa - 3.241

148. Passagem - 3.244

149. Fernando Pedroza - 3.041

150. Água Nova - 3.030

151. Rafael Godeiro - 3.002

152. Pilões - 2.976

153.Venha-Ver - 2.976

154. Santana do Seridó - 2.804

155. Francisco Dantas - 2.753

156. Riacho da Cruz - 2.708

157. Lagoa de Velhos - 2.629

158. Pedra Preta - 2.491

159. Jardim de Angicos - 2.483

160. Timbaúba dos Batistas - 2.428

161. Taboleiro Grande - 2.411

162. Bodó - 2.357

163. Monte das Gameleiras - 2.347

164. Galinhos - 2.159

165. Ipueira - 2.090

166. João Dias - 2.054

167. Viçosa - 1.909

Acesse as Estimativas de População para todos os municípios e estados no link: https://ftp.ibge.gov.br/Estimativas_de_Populacao/Estimativas_2026/estimativa_dou_2 026.pdf


Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE)

Veja também: 



quarta-feira, 5 de novembro de 2025

Censo do IBGE: Famílias com apenas duas pessoas se tornam maioria no Rio Grande do Norte


As famílias com duas pessoas se tornaram maioria no Rio Grande do Norte, ultrapassando as com três pessoas. É o que aponta o Censo Demográfico 2022 sobre Nupcialidade e Família, que foi divulgado nesta quarta-feira (5), de forma preliminar, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados consideram apenas as famílias únicas e as famílias conviventes principais residentes em domicílios particulares.

Segundo o IBGE, o Censo apontou que o Rio Grande do Norte tinha 326.264 famílias formadas por apenas duas pessoas em 2022. Esse número corresponde a 35,87% do total das famílias residentes no estado. Em 2010, no Censo anterior, esse percentual era de 25,63%.

O número superou o arranjo familiar formado por três pessoas, que era maioria até o último Censo. No Censo de 2022, famílias com três pessoas representavam 34,09% do total.

Quatro pessoas: A pesquisa também revelou uma queda no percentual de famílias com quatro membros ou mais, que saiu de 43,43% em 2010 para 30,05% no Censo de 2022.

Uma pessoa: O IBGE estimou que 183 mil pessoas moravam sozinhas no estado durante o último Censo - o que representava 16,1% das residências. No Censo de 2010, esse percentual era de 9,38%. A maioria delas era homem: 54,14%.Segundo o IBGE, 1 a cada 3 pessoas que moravam sozinhas no RN tinham 60 anos ou mais. Ao todo, havia 71.310 pessoas nessa faixa etária em unidades unipessoais. Para o IBGE, os lares unipessoais não entram na pesquisa de famílias.

Brasil

Os dados do IBGE constataram o encolhimento do tamanho das famílias brasileiras. O mesmo fenômeno identificado no RN foi observado em todos os demais estados.

A nível nacional, o percentual de famílias menores, com apenas dois membros, subiu de 28,19% em 2010 para 38,98% em 2022.

Já o de famílias maiores, com 4 pessoas ou mais, caiu de 41,08% para 29,46% no mesmo período.

Em todo o Brasil, 13,6 milhões de unidades domésticas no Censo de 2022 tinham apenas um morador.

O Censo Demográfico 2022: Nupcialidade e Família apontou informações referentes à família detalhados por existência ou não de famílias conviventes, quantidade de componentes e composição familiar, além de dados de nupcialidade das pessoas de 10 anos ou mais de idade, com desagregação por estado conjugal e natureza da união conjugal.

quinta-feira, 28 de agosto de 2025

Natal tem segunda maior queda populacional entre capitais do Brasil

Foto: reprodução.

Natal registrou a segunda maior queda populacional entre as capitais brasileiras, segundo a Estimativa da População divulgada nesta quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, a capital potiguar tem atualmente 784.249 habitantes, 1.119 a menos que no ano passado — uma redução de 0,14%. Entre todas as capitais, apenas Salvador apresentou uma queda maior, de 0,18%.

A cidade concentra quase um quarto da população estadual, que é de 3.455.236 pessoas.

Na sequência aparecem Mossoró, com 278.587 habitantes, e Parnamirim, com 271.713. Juntos, os três municípios somam mais de 1,3 milhão de moradores. Também integram a lista dos mais populosos do estado São Gonçalo do Amarante (124.495) e Macaíba (87.056), reforçando a concentração populacional na Grande Natal.

Viçosa é a cidade menos populosa do RN, com 1,9 mil habitantes


O município de Viçosa, no Alto Oeste Potiguar, é o que tem menor número de habitantes no Rio Grande do Norte, segundo estimativas da população em 2025, divulgadas pelo IBGE nesta quinta-feira (28). Em comparação com a capital Natal, cidade mais populosa do estado (784.249 pessoas), o pequeno município do interior tem 412 vezes a menos o número de residentes.

A segunda cidade menos populosa do Rio Grande do Norte é João Dias, que também fica na região do Alto Oeste. O município tem 2.073 habitantes, conforme os dados do IBGE. A terceira cidade com menos residentes é Ipueira, no Seridó, com 2.090.

Em escala estadual, o Rio Grande do Norte alcançou o número de 3.455.236 pessoas neste ano, representando um crescimento de 1,6%. Essa quantidade de habitantes faz do estado potiguar o 17º mais populoso do País.

As estimativas da população brasileira, incluindo estados e municípios, divulgadas pelo IBGE, são utilizadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e são fundamentais para indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos entre o Censo Demográfico. A pesquisa considera alterações de limites territoriais que ocorreram após o último Censo. Os dados têm como data de referência o dia 1º de julho de 2025.

Lista das dez cidades menos populosas do RN

1. Viçosa: 1.900

2. João Dias: 2.073

3. Ipueira: 2.090

4. Galinhos: 2.159

5. Monte das Gameleiras: 2.345

6. Bodó: 2.360

7. Taboleiro Grande: 2.409

8. Timbaúba dos Batistas: 2.424

9. Jardim de Angicos: 2.488

10.Pedra Preta: 2.495

Lista das dez cidades mais populosas do RN

1. Natal: 784.249

2. Mossoró: 278.587

3. Parnamirim: 271.713

4. São Gonçalo do Amarante: 124.495

5. Macaíba: 87.056

6. Ceará-Mirim: 83.543

7. Extremoz: 68.584

8. Caicó: 63.338

9. Açu: 59.099

10. São José de Mipibu: 50.053

Veja também: 

IBGE: População do RN cresce 1,6% e chega a 3,45 milhões em 2025; veja estimativa para cada município

Imagem: reprodução.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (28) a Estimativa da População de todos os municípios e estados brasileiros para o ano de 2025.

O estudo mostra que Natal teve a segunda maior queda populacional entre as capitais do Brasil, -0,14%, atrás apenas de Salvador (-0,18%). A população estimada para a capital potiguar foi de 784.249 pessoas, 1.119 residentes a menos que no ano passado. Em todo o país, 2.079 municípios apresentaram taxas negativas de crescimento.

A redução populacional em capitais é uma novidade das Estimativas de 2025, fato não observado na década passada. Salvador (-0,18%), Belo Horizonte ( 0,02%), Belém (-0,09%), Porto Alegre (-0,04%) e Natal (-0,14%) são as capitais que apresentaram diminuição da população em relação à Estimativa publicada em 2024.O decréscimo reflete a tendência observada no Censo Demográfico 2022.

Por outro lado, a população do estado do Rio Grande do Norte apresentou crescimento de 1,6%, alcançando 3.455.236 pessoas neste ano. O segundo município mais populoso do estado segue sendo Mossoró, com 278.587 residentes.

Os dados da pesquisa são utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e são fundamentais para indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos entre o Censo Demográfico. A pesquisa considera alterações de limites territoriais que ocorreram após o último Censo.

Os dados têm como data de referência o dia 1º de julho de 2025. Além de apresentar o contingente populacional e a taxa de crescimento de todos os municípios e unidades da federação do país, o estudo traz a quantidade de habitantes por regiões metropolitanas e regiões integradas de desenvolvimento.

A Região Metropolitana de Natal apresentou um crescimento de 0,40%, com uma população de 1.613.858 pessoas em 2025.

Além de Natal e Mossoró, os outros cinco municípios mais populosos do estado estão localizados na Região Metropolitana, e todos tiveram aumento populacional, sendo eles Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Ceara-Mirim e Extremoz.

Na outra ponta, Viçosa é o município menos populoso do estado, com 1.900 moradores. Outros com menos de 3 mil habitantes são Ipueira (2.090), João Dias (2.073) e Galinhos (2.159).

Os cinco mais populosos do RN

Natal – 784.249 habitantes
Mossoró – 278.587 habitantes
Parnamirim – 271.713 habitantes
São Gonçalo do Amarante – 124.495 habitantes
Macaíba – 87.056 habitantes

Os cinco menos populosos do RN

Viçosa – 1.900 habitantes
João Dias – 2.073 habitantes
Ipueira – 2.090 habitantes
Monte das Gameleiras – 2.345 habitantes
Bodó – 2.360 habitantes

O levantamento faz parte da atualização anual do IBGE, que detalha o número de habitantes em todos os estados e municípios do país. Os dados são usados como base para políticas públicas, distribuição de recursos e planejamento de serviços como saúde e educação.

Confira a seguir a estimativa populacional de cada um dos 167 municípios do RN, segundo o IBGE:

1º  Natal: 784.249

2° Mossoró: 278.587

3º Parnamirim: 271.713

4º São Gonçalo do Amarante: 124.495

5º Macaíba: 87.056

6º Ceará-Mirim: 83.543

7º Extremoz: 68.584

8º  Caicó: 63.338

9º Assú: 59.099

10º São José de Mipibu: 50.053

11º Currais Novos - 42.922

12º Santa Cruz - 39.101

13º Apodi - 37.486

14º Nova Cruz -  35.523

15º  João Câmara -  34.849

16º  Touros -  34.767

17º Nísia Floresta -  34.325

18°  Pau dos Ferros - 32.123

19º Canguaretama - 30.789

20º Goianinha -  28.422

21º  Baraúna -  28.415

22º  Macau - 28.350

23º Areia Branca -  24.607

24º São Miguel -  24.422

25º  Monte Alegre -  23.953

26° Santo Antônio - 22.793

27º Parelhas - 22.242

28º Caraúbas - 20.182

29º  Jucurutu - 18.304

30º Tibau do Sul - 18.080

31º  São Paulo do Potengi - 17.371

32º  Lagoa Nova - 16.203

33º  Guamaré - 16.076

34º Ipanguaçu - 14.560

35º  Jardim de Piranhas - 14.446

36º Pedro Velho - 14.197

37º  Alexandria - 14.058

38º  Upanema - 14.048

39º  Serra do Mel - 13.819

40º  Arêz - 13.681

41º  Tangará - 13.583

42º Alto do Rodrigues - 12.874

43º Santana do Matos -12.722

44º Brejinho - 12.638

45º  Poço Branco - 12.565

46º Pendências - 12.499

47º Governador Dix-Sept Rosado - 12.231

48º Angicos - 11.985

49º Jardim do Seridó - 11.942

50º Ielmo Marinho - 11.889

51º Montanhas - 11.785

52º Taipu - 11.708

53º Passa e Fica - 11.407

54º Cerro-Corá - 11.334

55º São José do Campestre - 11.298

56º Patu -  11.215

57º Serra Caiada - 11.203

 58º Afonso Bezerra - 11.158

59º Vera Cruz - 11.053

60º Espírito Santo - 10.951

61º Acari - 10.855

62º Rio do Fogo - 10.692

63º Umarizal - 10.655

 64º São Miguel do Gostoso - 10.636

 65 Tenente Ananias - 10.610

66º Florânia - 10.556

67º Maxaranguape - 10.534

 68º Campo Redondo - 10.510
 
69º Bom Jesus - 10.308

 70º  Grossos - 10.281

71º São Tomé - 10.161

72º  Lajes - 10.094

73º Campo Grande - 10.071

74º Carnaubais - 10.026

75º  Pureza - 9.752

76º  Luís Gomes - 9.271

77º Baía Formosa - 9.115

78º Boa Saúde - 8.843

79º  Lagoa Salgada - 8.657

80º Martins - 8.415

81º Carnaúba dos Dantas - 8.296

82º Cruzeta - 8.245

83º Marcelino Vieira - 8.083

84º Jaçanã - 8.053

85º São Rafael -  7.889

86º Portalegre - 7.859

87º Serra Negra do Norte - 7.800

88º  Riachuelo - 7.646

89º Lagoa de Pedras - 7.597

90º Itajá - 7.551

91º Doutor Severiano - 7.262

92º Lagoa D'anta - 6.756

93º Jandaíra - 6.752

94º  Antônio Martins - 6.730

95º Serrinha - 6.608

96º São Vicente - 6.530

97º Caiçara do Norte - 6.479

98º Felipe Guerra - 6.472

99º Pedro Avelino - 6.312

100º Encanto - 6.289

101º Tenente Laurentino Cruz - 6.152

102º São João do Sabugi - 6.136

103º Senador Elói de Souza - 6.027

104º José da Penha - 5.966

105º São Pedro - 5.890

106º Serra de São Bento - 5.866

107º Tibau - 5.748

108º  Rafael Fernandes - 5.682

109º Severiano Melo - 5.616

110º Equador - 5.461

 111º Itaú - 5.447

112º Várzea - 5.387

113º Porto do Mangue - 5.351

114º Coronel Ezequiel - 5.233

115º Japi - 5.219

116º Ouro Branco - 5.084

117º Santa Maria - 5.000

118º Lajes Pintadas - 4.950

119º Parazinho - 4.945

120º Bento Fernandes - 4.911

121º Janduís - 4.813

122º Serrinha dos Pintos - 4.810

123º Almino Afonso - 4.802

124º Sítio Novo - 4.746

125º São José do Seridó - 4.733

126º Messias Targino - 4.410

127º Rodolfo Fernandes - 4.345

128º São Francisco do Oeste - 4.319

129º Coronel João Pessoa -  4.297

130º Riacho de Santana - 4.245

 131º Frutuoso Gomes - 4.230

132º Senador Georgino Avelino -  4.202

133º Barcelona - 4.108

134º Major Sales - 4.086

135º Paraná -  4.048

136º São Bento do Trairi -  3.890

137º Jundiá - 3.868

138º Olho d'água do Borges - 3.736

139º Pedra Grande - 3.736

140º Paraú - 3.650

141º  São Fernando - 3.606

142º Lucrécia -  3.576

143º Triunfo Potiguar - 3.477

144º São Bento do Norte - 3.442

145º Caiçara do Rio do Vento - 3.360

146º Vila Flor - 3.304

147º Ruy Barbosa - 3.253

148º Passagem - 3.233

149º Venha-Ver - 3.005

150º Fernando Pedroza - 3.035

151º Água Nova - 3.029

152º Rafael Godeiro -  3.005

153º Pilões - 2.992

154º Santana do Seridó - 2.796

155º Francisco Dantas - 2.758

156º Riacho da Cruz - 2.724

157º  Lagoa de Velhos - 2.631

158º Pedra Preta - 2.495

159º Jardim de Angicos - 2.488

160º  Timbaúba dos Batistas - 2.424

161º Taboleiro Grande - 2.409

162º Bodó - 2.360

163º Monte das Gameleiras - 2.345

164º Galinhos - 2.159

165º Ipueira - 2.090

166º João Dias - 2.073

167º Viçosa - 1.900

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE)

terça-feira, 15 de março de 2022

Artigo resgata história geológica do Geoparque Seridó

Geossítio Marmitas do Rio Carnaúba do Geoparque Seridó. Foto: Marcos Nascimento

Localizado no Seridó, região do semiárido potiguar, o Geoparque Seridó favorece ações e pesquisas nas áreas de Geologia, Geografia e Turismo no Rio Grande do Norte, sendo fundamental tanto do ponto de vista econômico quanto socioambiental. Com o propósito de evidenciar sua história anterior à ocupação dos primeiros povos antigos, um novo artigo, divulgado na revista Superinteressante, resgata os principais acontecimentos naturais do local, nos últimos 600 milhões de anos, que explicam a modelagem de suas paisagens, rochas e relevo. Atualmente, conforme aponta o estudo, o Geoparque resguarda registros da formação do Supercontinente Gondwana na era Neoproterozoica, de sua quebra no período Cretáceo e de atividade vulcânica recente.

O professor Marcos Nascimento, vinculado ao Departamento de Geologia (DG/UFRN), atua como coordenador científico do Geoparque Seridó e assina a publicação ao lado de Matheus da Silva, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Geologia da UFRJ. O coordenador explica que o trabalho discute as características do Geoparque no período em que os continentes América do Sul, África, Índia, Austrália e Antártida ainda estavam agrupados formando um só bloco chamado Gondwana, e apresenta seus diferentes tipos de rochas e localização.

“Esses registros são úteis para contar uma história geológica única e possível de ser reconhecida dentro de um território que é muito rico. Cada história é uma peça de um grande quebra-cabeça que os geólogos estão preparados para montar e levar à sociedade. Com isso, podemos entender melhor a geologia e o real significado da paisagem que as pessoas veem no dia a dia”, defende. Ele observa ainda que muitos registros têm valor internacional e fomentam a visita de pesquisadores ao redor do mundo, mas as comunidades locais são tão importantes quanto eles.

O coordenador esclarece, nesse sentido, que é fundamental disseminar informações e promover o conhecimento sobre a história local. O artigo resgata registros da quebra de Gondwana, ocasionada há 130 milhões de anos, por meio de rochas vulcânicas aparecendo no território e com o registro de um evento raro no Brasil, consequência de um vulcanismo ocorrido há 25 milhões de anos. O trabalho cita ainda a formação das serras do Geoparque Seridó e seus aspectos culturais, com destaque ao papel dos sítios arqueológicos como registros dos povos antigos. Para isso, são expostas não só pinturas e gravuras rupestres, como também a história da mineração com foco na Mina Brejuí, fundamental no desenvolvimento socioeconômico do Geoparque.

Com o fechamento da sequência geológica, Marcos Nascimento observa que o artigo aborda a biodiversidade por meio da exposição de um bioma exclusivamente brasileiro: a caatinga. Contemplando cerca de 70% da região nordeste, ela tem sua fauna e flora resgatadas na publicação, que também apresenta a fauna que predominava no bioma há mais de 10 mil anos com animais da megafauna, como o tatu e a preguiça gigantes. “Por fim, abordamos o território enquanto candidato ao Programa Internacional de Geociências e Geoparques da UNESCO e como ele vem modificando a vida da população local para melhor, promovendo o desenvolvimento territorial sustentável”, comenta o professor.

Confira o artigo clicando aqui 

*Portal da UFRN.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

Pesquisadores brasileiros identificam rochas com mais de 2 bilhões de anos no RN

Rochas formadas entre 2,38 a 2,45 bilhões de anos atrás, durante o período Sidérico, foram identificadas por pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil (SGB) no interior do Rio Grande do Norte (RN). A descoberta ajudará a entender a história geológica desta região ainda pouco compreendida e de grande interesse para a comunidade científica mundial.

Graças à integração de métodos analíticos de investigação geológica, os pesquisadores conseguiram identificar as rochas com idades siderianas na parte central da Província da Borborema, no interior do RN. O material revela parte da evolução da crosta terrestre durante o período Sidérico.

Rochas com idades siderianas identificadas no Complexo Arábia no Rio Grande do Norte (Imagem: Reprodução/SGB-CPRM)

Para chegar a este resultado, os pesquisadores do SGB identificaram diferentes tipos de rochas na região. Para determinar a cronologia, eles utilizaram os métodos U-Pb (urânio/chumbo) e o Sm-Nd (samário-neodímio), amplamente utilizados para datação de rochas.

Além disso, foram utilizadas técnicas de cartografia geológica combinadas com dados aerogeofísicos. Segundo o pesquisador em geociência do SGB, Alan Costa, foram identificados fragmentos de crosta continental de idades siderianas em dois locais da região.

Evolução geotectônica

Os resultados ajudarão a compreender os processos de evolução geotectônicas atuantes durante o período sideriano, na região onde hoje é a região da Província Borborema. Este período é definido por suas intensas mudanças na crosta terrestre.

Diatexito migmatito, uma rocha ígnea com estrutura de dobras (Imagem: Reprodução/SGB-CPRM)

Nele, são identificadas a formação de grandes depósitos de formações ferríferas bandadas (BIFs) — um tipo de rocha sedimentar —, oxigenação dos oceanos e da atmosfera, conhecido como Grande evento de oxigenação (GEO), responsável pela extinção em massa de organismos anaeróbicos.

Os processos de formação da crosta continental juvenil deste período recebem grande atenção de pesquisas em todo o mundo. Costa explicou que os novos resultados, somados a outros estudos, podem contribuir para a literatura geológica mundial — sobretudo porque ainda não existe um consenso sobre tais processos.

De todo modo, a descoberta é um importante passo para a ampliação do conhecimento da evolução geotectônica da região, fundamental para entender a formação de depósitos de minérios, bem como descobri-los.

O estudo foi publicado no períodico do SGB, o Journal of the Geological Survey of Brazil.

Fonte: Canaltech

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Geoparque Seridó é indicado geoparque mundial pela Unesco

Geoparque Seridó durante período de chuva – Foto: Cícero Oliveira – Agecom/UFRN

O Conselho Mundial de Geoparques da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) indicou o Geoparque Seridó como um geoparque mundial. A decisão foi tomada durante a 6ª Reunião Estatutária da Organização, realizada entre os dias 8 e 11 de dezembro, menos de um mês após a visita técnica dos avaliadores da Unesco, Artur Sá (Portugal) e Helga Chulepin (Uruguai), que aconteceu no território potiguar entre os dias 22 e 26 de novembro. Ao todo, foram avaliadas 18 solicitações de aspirantes a geoparques mundiais, apresentadas entre 2019 e 2020, e apenas duas aprovadas nas Américas, ambas do Brasil.

Além do Geoparque Seridó, o outro representante brasileiro é o Geoparque Caminhos dos Cânions do Sul, localizado entre os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Durante a reunião, foi apresentado o resultado de um minucioso exame das solicitações na presença de mais de 50 observadores e representantes de mais de 30 Estados-membros. Durante as discussões em pauta, o Conselho Mundial de Geoparques propôs encaminhar a indicação de oito novos geoparques mundiais ao Conselho Executivo da Unesco.

Além da enorme importância para as geociências locais e em âmbito internacional, a indicação internacional do Geoparque Seridó é de extrema relevância para a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), uma das responsáveis pela implantação do Geoparque em 2010, junto ao Serviço Geológico do Brasil (CPRM), do Ministério de Minas e Energia (MME). Desde então, ficou a cargo da UFRN a realização de diversas outras ações.

“A UFRN é uma condutora dessas ações e a gente aqui, do Departamento de Geologia, vem promovendo vários projetos de pesquisa e de extensão que possibilitam a ampliação desse conhecimento junto à população no território. A gente, no entanto, não trabalha isolado. A gente tem parceiros institucionais como a UFRN não só aqui em Natal, mas nos campi de Currais Novos, com o pessoal da área de Turismo, e de Caicó, com os colegas da área de Geografia”, disse Marcos Nascimento, coordenador científico do Geoparque e professor do Departamento de Geologia da UFRN.

Mapa do território em que o Geoparque Seridó está localizado, com 21 geossítios – Imagem: Geoparque/UFRN

O Geoparque Seridó é gerido por um consórcio intermunicipal constituído por seis municípios que o integram: Acari, Carnaúba dos Dantas, Cerro Corá, Currais Novos, Lagoa Nova e Parelhas. Esse consórcio tem um comitê técnico que operacionaliza todas as atividades, constituído por uma diretora executiva, um assessor jurídico e contábil, um coordenador científico e um diretor de divulgação e marketing. Somado a eles, cada um desses municípios tem um representante. A direção executiva é de responsabilidade da turismóloga Janaína Medeiros, indicada pelos municípios.

De acordo com a Unesco, os geoparques globais são áreas geográficas únicas e unificadas, nas quais locais e paisagens de importância geológica internacional são gerenciados com um conceito holístico de proteção, educação e desenvolvimento sustentável. Eles aplicam uma abordagem de baixo para cima, combinando conservação com desenvolvimento sustentável e envolvendo as comunidades locais.

Conheça mais sobre o Geoparque Seridó em duas reportagens publicadas pela Agência de Comunicação da UFRN (Agecom): Um novo geoparque no Brasil e O caminho das pedras.


*Por José de Paiva Rebouças e Jefferson Bernardino de Agecom/UFRN

sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão


A Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual (RDS) Ponta do Tubarão foi criada através da Lei Estadual n° 8.349 de 18 de julho de 2003, nos municípios de Macau e Guamaré (ver mapa), litoral setentrional do RN. Com quase 13 mil hectares de extensão, a RDS Ponta do Tubarão tem como objetivos resguardar o modo de vida tradicional, assegurar atividades baseadas em sistema sustentável de exploração de recursos naturais, estas desenvolvidas tradicionalmente ao longo de gerações e adaptadas às condições ecológicas locais e que desempenham papel fundamental na proteção da natureza e na manutenção da diversidade biológica. Mapa da Unidade

Infraestrutura

Em termos de infraestrutura, esta Unidade de Conservação dispõe de uma sede, o Ecoposto, localizado no quilometro 10 da RN 403, entre as comunidades de Barreiras e Diogo Lopes, no Município de Macau/RN. O Ecoposto é um conjunto de três prédios em uma mesma área, sendo uma sede administrativa, uma casa do pesquisador e uma casa para alojamento da Companhia Independente de Proteção Ambiental – CIPAM. No Ecoposto, cujo mesmo é de uso público e aberto à visitação, são realizadas visitas de escolas e instituições de ensino superior. Além disso, no Ecoposto são realizadas as reuniões do Conselho Gestor e oficinas de educação ambiental.

Conselho Gestor

A RDSEPT conta com um Conselho Gestor atuante, instituído através da própria Lei de criação da Unidade. É constituído por 19 entidades, sete representantes do Poder Público (IDEMA; SPU; IBAMA; Poder Executivo dos Municípios de Guamaré e Macau; Poder Legislativo dos Municípios de Guamaré e Macau), um representante do setor produtivo (Petrobras), um representante de instituição de ensino superior (UERN/IFRN) e nove representações da sociedade civil.

A entidade de ensino e pesquisa, a representação do setor produtivo e as dez entidades da sociedade civil são eleitas por voto direto em pleito que envolve período de candidatura, votação, eleição e posse, para mandato de dois anos.

O Conselho Gestor da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão – CGRDSEPT possui seu próprio Regimento Interno que trata da composição, da competência e do funcionamento interno deste colegiado.

Plano de Manejo e Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE)

No ano de 2013, o Conselho Gestor da RDSEPT deliberou que o Plano de Manejo da RDSEPT fosse atualizado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte/Campus Macau, visto que o referido documento vem sendo trabalhado e discutido desde a criação da UC, mas até o momento não foi finalizado para publicação.

A elaboração do Plano de Manejo e Zoneamento da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão – RDSEPT, teve inicio em 2014, com a contratação da Fundação para o Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação – FUNCITERN. Esse contrato foi firmado entre a New Energy Options Geração de Energia S/A e FUNCITERN com a interveniência do IDEMA, através de recursos de medida compensatória de empreendimento instalado na área da UC.

O IDEMA, através de sua Comissão de Acompanhamento e Avaliação (CAA) nomeada pela portaria n° 066/2016, designada para acompanhar e fiscalizar a execução da elaboração do Plano de Manejo da RDSEPT, aprovou os produtos finais entregues em julho de 2018 e encaminhou para apreciação do conselho gestor da UC, instância colegiada de gestão deliberativa a quem compete a proposição dos instrumentos de gestão.

Os produtos foram aprovados por meio de Resolução CGRDSEPT 001/2018, durante a 70ª Reunião Extraordinária do Conselho Gestor Deliberativo da RDSE Ponta do Tubarão, realizada em 26 de julho de 2018.

O Conselho Estadual de Meio Ambiente – CONEMA aprovou o Plano de Manejo da RDSEPT em sua 85ª Reunião Ordinária realizada em 11 de dezembro de 2018. A convalidação da aprovação deste documento ocorreu na 89ª Reunião Ordinária do CONEMA realizada em 27 de agosto de 2020.

O Conselho Gestor da RDSEPT convalidou a aprovação do Plano de Manejo durante a sua 93ª Reunião Extraordinária realizada em 06 de novembro de 2020.
Volume I - Diagnóstico da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão - Aqui!

Volume II - Sustentabilidade e Instrumento de Gestão - Aqui!

Fiscalização e Monitoramento

O monitoramento da RDSEPT é realizado rotineiramente e consiste em visitas à área da Reserva, possibilitando o acompanhamento das atividades de uso e ocupação do solo, além do acompanhamento da situação da vegetação e da fauna local. As ações de fiscalização também ocorrem rotineiramente por parte tanto do Setor de Fiscalização do IDEMA, quanto da Companhia Independente de Proteção Ambiental – CIPAM, importantes atores de nestas ações, contribuindo para a melhor gestão da RDSEPT.

As denúncias de crimes e infrações ambientais podem ser feitas anonimamente tanto na sede do próprio IDEMA como através do Alô IDEMA, no número 0800-281-1975.

Contato
Gestor da RDSEPT: Ramiro Camacho

Acervo

Atos normativos:


Mapas:

Imagens:

terça-feira, 17 de agosto de 2021

Parque Estadual Mata da Pipa - PEMP


Ocupando uma área de 290,88 hectares no município de Tibau do Sul, famoso mundialmente pelas belezas da Praia de Pipa - cartão postal potiguar, o Parque Estadual Mata da Pipa (PEMP) foi criado através do Decreto Estadual nº 19.341 de 12 de Setembro de 2006, a partir da transformação de uma parcela territorial da Área de Proteção Ambiental Bonfim-Guaraíra. O PEMP tem como principal objetivo a preservação da Mata Atlântica remanescente na área, dotada de grande relevância ecológica, além de possibilitar a realização de pesquisas científicas, incentivar atividades de educação e interpretação ambiental e turismo ecológico, oferecendo à comunidade alternativas de espaço para recreação.

Mosaico de Unidades de Conservação

O município de Tibau do Sul abrange três Unidades de Conservação, sendo elas a Área de Proteção Ambiental Bonfim-Guaraíra e o Parque Estadual Mata da Pipa – PEMP, de esfera estadual, e a Reserva Faunística Costeira de Tibau do Sul – REFAUTS, de esfera municipal. Além disso, Tibau do Sul também conta com um posto avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, representado pelo Santuário Ecológico de Pipa.

Infraestrutura

O Parque Estadual Mata da Pipa ainda não dispõe de infraestrutura – Ecoposto.

Conselho Gestor

O PEMP conta com um Conselho Gestor atuante; instituído através do próprio Decreto de criação da Unidade. Este Conselho é partidário e composto por 12 instituições, sendo seis representantes do Poder Público (IDEMA; SETUR; IBAMA; GRPU; Poder Executivo do Município de Tibau do Sul; Poder Legislativo do Município de Tibau do Sul) e seis representações da sociedade civil (Instituição de Ensino e Pesquisa; ONG ambientalista; CERBMA/RN; Associação de Moradores do Município de Tibau do Sul; Entidade Civil representante do turismo no município; e Representante dos empresários locais).

O Conselho Gestor do Parque Estadual Mata da Pipa – CGPEMP possui seu próprio Regimento Interno que trata da composição, da competência e do funcionamento interno deste colegiado.

Plano de Manejo e Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE)

Em 13 de março de 2014, na 19ª Reunião Ordinária do CGPEMP, foi aprovado o Plano de Manejo e Zoneamento Ecológico Econômico do Parque Estadual Mata da Pipa, sendo a ocasião um marco para o PEMP por se tratar de uma importante ferramenta de Gestão.

Além da aprovação em Conselho, o Plano de Manejo do PEMP também teve sua aprovação através de Portaria do IDEMA.

Fiscalização e Monitoramento

O monitoramento do PEMP é realizado rotineiramente e consiste em visitas constantes à área do Parque, incluindo as trilhas nele existentes e sua Zona de Amortecimento. Através destas ações é possível o acompanhamento das atividades de uso e ocupação do solo, além do acompanhamento da situação da vegetação e da fauna local. As ações de fiscalização também ocorrem rotineiramente por parte tanto do Setor de Fiscalização do IDEMA, quanto da Companhia Independente de Proteção Ambiental – CIPAM, importantes atores nestas ações, contribuindo para a melhor gestão do PEMP.

As denúncias de crimes e infrações ambientais podem ser feitas anonimamente tanto na sede do próprio IDEMA como através do Alô IDEMA, no número 0800-281-1975.

Acervo de Documentos

O acervo da Unidade de Conservação contempla decretos, portarias, estudos, mapas, imagens e demais documentos do Parque Estadual Mata da Pipa. Clique aqui para acessar.


FONTE: IDEMA/RN

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

As unidades de conservação ambiental no Rio Grande do Norte

Segundo o IDEMA – Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte – entende-se por Unidade de Conservação o espaço territorial e seus recursos ambientais com características naturais relevantes, e que tenha objetivos de conservação e limites definidos ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção.
As Unidades de Conservação dividem-se em dois grupos: 

1. Unidades de Proteção Integral: o objetivo básico deste grupo de Unidades de Conservação é preservar a natureza.
O grupo das Unidades de Proteção Integral é composto pelas seguintes categorias: 
• a) Estação Ecológica
• b) Reserva Biológica
• c) Parque Nacional 
• d) Monumento Natural
• e) Refúgio de Vida Silvestre
2. Unidades de Uso Sustentável: o objetivo básico deste grupo de Unidades de Conservação é compatibilizar a conservação da natureza com o uso sustentável de parcela dos seus recursos naturais.
Constituem o grupo das Unidades de Uso Sustentável as seguintes categorias de unidades de conservação:
• a) Área de Proteção Ambiental
• b) Área de Relevante Interesse Ecológico
• c) Floresta Nacional
• d) Reserva Extrativista
• e) Refúgio de Vida Silvestre
• f) Reserva de Fauna
• g) Reserva de Desenvolvimento Sustentável
• h) Reserva Particular do Patrimônio Natural. 
• 
• 
• ● ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL (APA)
• 
• a) APA Jenipabu (*)
(*)Entre os moradores locais e mesmo a imprensa do Rio Grande do Norte, há predominância do uso de "Genipabu". Entretanto, segundo a Academia Brasileira de Letras, termos de origem indígena devem ser grafados com "j" (pajé, canjica, etc); portanto, o mais apropriado é "Jenipabu". O nome deriva do tupi "jenipa-bu", que significa "local onde se encontra jenipapo"; jenipapo é uma fruta típica da região.
• b) APA dos Recifes de Corais 
• C) APA Piquiri-Una 
Parques Estaduais
● PARQUES ESTADUAIS 
• 
• a) Parque Estadual Dunas do Natal "Jornalista Luiz Maria Alves"
• b) Parque Ecológico Pico do Cabugi 
• c) Parque Estadual Mata da Pipa 
• d) Parque Estadual Florêncio Luciano 
• 
• ● RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 
• 
• a) Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual de Ponta do Tubarão
• ● UNIDADES DE CONSERVAÇÃO EM PROCESSO DE CRIAÇÃO
• 
• a) UC Morro do Careca 
• b) APA das Carnaúbas
• c) Parque Estadual Mangues do Potengi
• d) Parque Estadual do Jiqui 
• e) APA Dunas do Rosado
• f) Cavernas - Região de Martins
• 
• ● OUTRAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO EXISTENTES NO ESTADO
a) Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN Sernativo – Acari- IBAMA/RN e Cecília Gonçalves Gonçalves.
b) Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN Stoessel de Brito- Jucurutu-IBAMA/RN e Lídia Brasileira.
c) FLONA (Floresta Nacional)-Nísia Floresta- IBAMA/RN.
d) FLONA (Floresta Nacional) Açu - IBAMA/RN.
e) Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN Mata Estrela Senador Antônio Farias- Baía Formosa.
f) Reserva Biológica Marinha do Atol das Rocas - IBAMA/RN.
g) Estação Ecológica do Seridó Serra Negra do Norte- IBAMA/RN.


Por Carlos Noronha - escritor e sociólogo natalense. 

domingo, 11 de dezembro de 2016

Aspectos Econômicos do Rio Grande do Norte

*Por Carlos Noronha

As atividades econômicas no Rio Grande do Norte são desenvolvidas em diversos setores, tais como: agricultura, extrativismo, pecuária, mineração, indústria, comércio e turismo.
Essas atividades participam historicamente da produção e organização sócio-econômica do Estado. 

Cada região potiguar teve seu desenvolvimento aliado a um ramo da economia. No litoral úmido, a cana-de-açúcar; no Sertão, a pecuária e o cultivo do algodão; nos vales do rios Piranhas-Açu e do Apodi-Mossoró, o extrativismo vegetal ligado à carnaúba; além do sisal no Agreste. A agricultura de subsistência encontra-se disseminada por todo o território estadual.

Além disso, deve-se salientar a extração do sal-marinho no litoral norte, a extração da xelita em Currais Novos e o extrativismo do fruto da oiticica nas várzeas dos rios Piranhas-Açu e Apodi-Mossoró.

Tais atividades primárias implicaram no surgimento de indústrias para o beneficiamento das matérias-primas. Dessa forma, houve o aparecimento das algodoeiras, que retiravam a semente da pluma do algodão. O caroço do algodão era industrializado e transformado em óleo comestível e para ração animal. A pluma, em fardos, era exportada para outros centros industriais brasileiros e para o exterior. 
A atividade canavieira trouxe os engenhos que transformavam a cana em açúcar, álcool, aguardente e rapadura.

A oiticica transformava-se em óleo para a fabricação de tintas e sabão. O sisal demandava pequenas fábricas para a produção de cordas e fios para sacarias. A cera de carnaúba, extraída da palha, era cozida até atingir o estado sólido e, então, exportada. O couro de animais, como bois, ovinos e caprinos, passava inicialmente pelos curtumes e, depois, exportado.

O sal, por seu turno, exigia industrialização, por intermédio das salinas. O sal em forma de cristais era moído e ensacado para chegar ao comércio e, posteriormente, às residências como conservante de carnes e peixes e como condimento.

Esse quadro caracterizou o Estado até a década de 1950. Com a chegada da energia produzida pela Hidrelétrica de Paulo Afonso (na Bahia), a criação da SUDENE (Superitendência do Desenvolvimento do Nordeste) e o novo impulso industrial no Sudeste, houve mudanças na maneira de produzir mercadorias. Sendo assim, a partir de 1960, o Rio Grande do Norte passa a receber novas indústrias e moderniza as então existentes. 

A concentração das atividades econômicas mais dinâmicas em certas regiões como a Grande Natal e Mossoró, implica no empobrecimento de outras áreas, determinando o fenômeno migratório que implica no crescimento desenfreado em particular da capital e seu entorno.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Geologia e recursos minerais


A geologia é o estudo da terra e dos elementos que entram na sua composição como as rochas e terrenos.
As pedras são rochas; as areias que formam as dunas e as nossas planícies costeiras são terrenos. O estudo da geologia é importante para se conhecer a origem dos solos e os recursos minerais existentes nas rochas e terrenos de um determinado lugar.

O Estado é composto por dois tipos de geologia, que praticamente dividem o nosso território estadual ao meio: toda a parte do Centro-Oeste e grande parte do Sul (cerca de 60%) do nosso território são formadas por rochas cristalinas e terrenos antigos, com origem no período geológico chamado de Pré-Cambriano.

Esse tipo de rocha se formou quando a terra deixou de ser uma bola de fogo e a crosta começou a se solidificar. essas rochas e terrenos, que constituem mais da metade da geologia do Pré-Cambriano do nosso Estado, são terrenos antigos, formados por rochas resistentes, tais como os granitos, os quartzitos, os gnaisses e os micaxistos, onde são encontrados minerais como: scheelita, berilo, cassiterita, tantalita, ferro, micas, ouro, cobre, columbita, enxofre, barita, coríndon e alguns tipos de gemas, tais como: a água marinha, turmalina e quartzo. 

A outra estrutura geológica que ocupa as partes Centro-Norte e todo o litoral do Estado é formada por rochas e terrenos sedimentares, de formação mais recente, datam de eras geológicas chamadas de Mesozoíca e Cenozóica.

Nessa geologia de rochas e terrenos sedimentares, representada pelas Dunas, terrenos do Grupo Barreiras, calcário, jandaíra e Arenito Açu, vamos encontrar minérios importantes para a economia do nosso Estado . É o caso do petróleo, da água dos lençóis subterrâneos, do calcário (matéria-prima para a fabricação do cimento), da argila para a fabricação de telhas e tijolos, da diatomita que é usada na indústria de papel, da porcelana, do plástico e da cerâmica branca.

Fonte: Atlas Escolar do Rio Grande do Norte  - José Lacerda Alves Felipe / Edilson Alves de Carvalho.

sábado, 22 de novembro de 2014

Hidrografia do RN

HIDROGRAFIA é o estudo as águas existentes em um determinado lugar. Desde as águas dos rios, lagos e lagoas, até aquelas que são represadas pela ação do homem nos açudes e barragens.

Principais rios formadores das bacias hidrográficas mais importantes do nosso Estado.


• O RIO PIRANHAS-AÇU nasce na Serra do Bongá, na Paraíba, com o nome de Rio Piranhas, recebe as águas dos rios paraibanos Piancó e do Peixe e entra no Rio Grande do Norte pelo município de Jardim de Piranhas, passando a receber as águas de todos os rios que formam a bacia hidrográfica da região do Seridó. O rio Piranhas-Açu é o mais importante rio do Estado, represado pela Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, passou a formar um grande lago, que, através de adutoras, abastece de água várias cidades do nosso Estado além de irrigar a área de cultivo de frutas tropicais, principalmente o melão.

Com a vazão (sangria) da Barragem, o rio continua o seu curso, agora com o nome de Piranhas-Açu, indo desaguar no Oceano Atlântico, nas imediações da cidade de Macau. Nas várzeas próximas da a Macau estão localizadas as salinas dessa região.

• O RIO APODI-MOSSORÓ é o segundo rio de maior importância do Estado, em extensão. Com nascente localizada na Serra de Luís Gomes, passa pelos municípios localizados na Chapada do Apodi e, depois de banhar a cidade de Mossoró, despeja suas águas no Oceano Atlântico entre os municípios de Grossos e Areia Branca, onde estão localizadas as salinas produtoras de sal.

• O RIO POTENGI nasce na Serra de Santana e banha os municípios de Cerro Corá, São Tomé, São Paulo do Potengi, Ielmo Marinho, Macaíba, São Gonçalo do Amarante e Natal. Na Barra do Rio Potengi, também chamada de desembocadura, lugar onde as águas do rio encontram com as águas do mar, está localizado o Porto de Natal.

• O RIO CEARÁ-MIRIM nasce na Serra de Feiticeiro no município de Lages, percorre cerca de 120 km até desaguar no Oceano Atlântico, na localidade de Barra do Rio. No seu caminho é represado pela Barragem de Poço Branco. Ao se aproximar do município de Ceará-Mirim, o rio forma um vale, cujos solos são de boa fertilidade para as atividades agrícolas.

• O RIO TRAIRI tem suas nascentes na Serra do Doutor em terras dos municípios de Campo Redondo e Coronel Ezequiel. Banha vários municípios do nosso Estado. No seu baixo curso, que abrange terras dos municípios de Monte Alegre, São José de Mipibu e Nísia Floresta, o solo das várzeas é favorável à agricultura. No seu caminho em direção ao litoral, o Rio Trairi forma as lagoas de Nísia Floresta, Papeba, desaguando no oceano através da lagoa de Guaraíra.

• O RIO JACU nasce na Paraíba, entrando no Rio Grande do Norte através do município de Japi. Banha vários municípios do nosso Estado e, quando chega ao município de Goianinha, forma uma várzea com solos férteis, indo desaguar no oceano também através da lagoa de Guaraíra.

• O RIO CURIMATAÚ nasce na Chapada da Borborema na Paraíba, entrando no Rio Grande do Norte pelo município de Nova Cruz. Corta ainda com suas águas os municípios de Montanhas, Pedro Velho, Canguaretama e Baía Formosa, desaguando no Oceano na localidade de Barra do Cunhaú.

• O RIO SERIDÓ nasce em Cubati, na Paraíba, entra no Rio Grande do Norte pelo município de Parelhas, onde é represado pela Barragem do Boqueirão. Banhas as cidades de Jardim do Seridó, São José do Seridó, Caicó e São Fernando, onde deságua para dentro do rio Piranhas-Açu. Em seu leito, nas imediações de São José do Seridó, foi construída a Barragem Passagem das Traíras.

Fonte: Atlas Escolar do Rio Grande do Norte  - José Lacerda Alves Felipe / Edilson Alves de Carvalho.