terça-feira, 20 de junho de 2023

Lei Nº 11.462/2023: Reconhece como de Utilidade Pública Estadual a Associação Coletivo Manas na Rua


RIO GRANDE DO NORTE

LEI Nº 11.462, DE 19 DE JUNHO DE 2023.

Reconhece como de Utilidade Pública Estadual a Associação Coletivo Manas na Rua.

A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE:

FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica reconhecida como de Utilidade Pública Estadual a Associação Coletivo Manas na Rua, com sede e foro jurídico no Município de Natal, neste Estado.

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 

Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 19 de junho de 2023, 202º da Independência e 135º da República.

FÁTIMA BEZERRA
Governadora

Lei Nº 11.461/2023: Reconhece como de Utilidade Pública Estadual a Associação Jardinense de Atletismo e Desporto – AJADR


RIO GRANDE DO NORTE

LEI Nº 11.461, DE 19 DE JUNHO DE 2023.

Reconhece como de Utilidade Pública Estadual a Associação Jardinense de Atletismo e Desporto – AJADR. 

A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE:

FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica reconhecida como de Utilidade Pública Estadual a Associação Jardinense de Atletismo e Desporto – AJADR, com sede e foro jurídico no Município de Jardim do Seridó, neste Estado.

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 19 de junho de 2023, 202º da Independência e 135º da República.

FÁTIMA BEZERRA
Governadora

sábado, 17 de junho de 2023

Morre o ex-prefeito de Assú, José Maria(Zebrinha)


Faleceu na noite desta sexta-feira (16), o ex-prefeito de Assú, José Maria de Macedo Medeiros, mais conhecido como "Zebrinha", aos 75  anos. Ele estava internado no Hospital Wilson Rosado, na cidade de Mossoró, e nos últimos meses vinha enfrentando problemas de saúde, dentre eles, um infarto e um AVC. A Prefeitura e a Câmara Municipal decretaram luto oficial pela morte do ex-gestor.

Em 1988 Zebrinha se elegeu prefeito de Assú, pelo PDC, conquistando 10.985 votos, administrando o município de 1989 a 1992. 

Já no ano de 1996 conquistou o segundo mandato na Prefeitura de Assú, elegendo-se pelo PFL, com 11.668 votos, ocupando o cargo de 1997 a 2000. 

Tentou a reeleição no ano 2000, ficando em segundo lugar, com 7.203 (28,41%) votos. 

Em 2002 disputou uma vaga na Assembleia Legislativa do RN, pelo PFL, obtendo 4.113 (0,32%) votos. 

Em 2004 também concorreu a prefeito, pelo PFL, ocupando o terceiro lugar, com 2.839 (10,08%) votos. 

Foi secretário municipal de Administração na gestão do ex-prefeito Ronaldo da Fonseca Soares. Também foi presidente da antiga Cooperativa de Eletrificação Rural do Vale(CERVAL), e presidiu a Associação dos Ceramistas do Vale do Açu(ACEVALE).

Zebrinha era pai da vereadora Karielle Medeiros(eleita em 2020), primo do atual prefeito de Assú Dr. Gustavo Soares e do deputado estadual George Soares. 

sexta-feira, 16 de junho de 2023

Lei Nº 11.460/2023: Cria campanha para aumentar a inclusão da pessoa com deficiência nas escolas públicas e privadas do RN



RIO GRANDE DO NORTE

LEI Nº 11.460, DE 15 DE JUNHO DE 2023.

Cria campanha para aumentar a inclusão da pessoa com deficiência nas escolas públicas e privadas no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte.

A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE:

FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 

Art. 1º Fica instituída a campanha para conscientização da importância e ampliação da inclusão da pessoa com deficiência nas escolas públicas e privadas no âmbito do Estado do Rio Grande do Norte. 

Art. 2º A presente Lei tem os seguintes objetivos:

I - prevenir e combater o preconceito nas escolas;
II - proteger a pessoa com deficiência de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, tortura, crueldade, opressão e tratamento desumano ou degradante;
III - capacitar docentes e equipe pedagógica para a implementação das ações de discussão, prevenção, orientação e solução do problema;
IV - promover atividades de apoio à conscientização dos direitos da
igualdade de oportunidades da pessoa com deficiência;
V - promover a integração entre escola e comunidade escolar;
VI - garantir a inclusão de crianças e adolescentes com deficiência na vida escolar.

Art. 3º A campanha ora instituída versa sobre os direitos da pessoa com deficiência e será promovida, anualmente, pelo Estado do Rio Grande do Norte, podendo ser firmada parceria com a rede de ensino privada para atender os seus objetivos.

Parágrafo único. Regular-se-á, via decreto, as medidas necessárias para a implementação desta campanha, assegurada a necessidade de equipe multiprofissional para desenvolver as atividades informativas e de orientação.

Art. 4º Esta campanha deverá orientar encaminhamento para denúncia e resolução dos problemas e queixas das famílias quando os direitos das pessoas com deficiência forem ameaçados ou violados.

Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 15 de junho de 2023, 202º da Independência e 135º da República.

FÁTIMA BEZERRA
Olga Aguiar de Melo
Maria do Socorro da Silva Batista 

Lei Nº 11.459/2023: Reconhece como Patrimônio Cultural e Imaterial do RN, a Festividade de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Macaíba


RIO GRANDE DO NORTE

LEI Nº 11.459, DE 15 DE JUNHO DE 2023.

Reconhece como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Rio Grande do Norte a Festividade de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Macaíba.

A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE:

FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 

Art. 1º Fica reconhecida como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Rio Grande do Norte a Festividade de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira do Município de Macaíba, celebrada anualmente no dia 08 de dezembro. 

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 15 de junho de 2023, 202º da Independência e 135º da República.

FÁTIMA BEZERRA
Governadora

quarta-feira, 14 de junho de 2023

Festa de São João Batista, em Apodi, é reconhecida como patrimônio cultural do RN

A festa é uma celebração religiosa e cultural que ocorre anualmente no município entre os dias 14 e 24 de junho. 

A festa de São João Batista, padroeiro da cidade de Apodi (na região Oeste Potiguar), foi reconhecida pelo Governo do Estado como patrimônio cultural imaterial do Rio Grande do Norte. A lei Nº 11.458/2023, que trata do reconhecimento da celebração foi sancionada pela Governadora Fátima Bezerra(PT) e publicada no Diário Oficial do Estado, na edição desta quarta-feira(14). 

O projeto é de autoria do deputado estadual Neilton Diógenes(PL) e foi aprovado no plenário da Assembleia Legislativa no último dia 06 de junho.

O Santo João Batista é o Padroeiro de Apodi desde 1766, sendo comemorada sua festa desde esta época. 

Durante a festa, é comum haver a celebração do novenário, missas, procissões, o auto de São João Batista e outras atividades religiosas em homenagem ao santo. Também há muitas atividades culturais, como apresentações de quadrilhas juninas, shows musicais, barracas de comidas típicas, como o milho cozido, canjica, pamonha e arroz doce.

A festividade é conhecida por atrair visitantes de toda a região, bem como de outras partes do Brasil, transformando a cidade em um ponto de reencontro com a fé e os laços comunitários para os mais de 25 mil frequentadores. 

Lei Nº 11.458/2023: Reconhece como patrimônio cultural imaterial do RN, a festividade de São João Batista, Padroeiro de Apodi


RIO GRANDE DO NORTE

LEI Nº 11.458, DE 13 DE JUNHO DE 2023.

Reconhece como patrimônio cultural imaterial do Estado do Rio Grande do Norte, a festividade de São João Batista, Padroeiro de Apodi.

A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE:

FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica reconhecido como patrimônio cultural imaterial do Estado Rio Grande do Norte,a festividade de São João Batista, Padroeiro de Apodi. 

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 

Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 13 de junho de 2023, 202º da Independência e 135º da República.

FÁTIMA BEZERRA
Governadora

terça-feira, 13 de junho de 2023

Lei Nº 11.457/2023: Reconhece como de Utilidade Pública Estadual a Associação Comunitária da Timbaubinha – ACOT


RIO GRANDE DO NORTE

LEI Nº 11.457, DE 12 DE JUNHO DE 2023.

Reconhece como de Utilidade Pública Estadual a Associação Comunitária da Timbaubinha – ACOT. 

A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: 

FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 

Art. 1º Fica reconhecida como de Utilidade Pública Estadual a Associação Comunitária da Timbaubinha – ACOT, com sede e foro jurídico no Município de Jardim de Piranhas, neste Estado. 

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 12 de junho de 2023, 202º da Independência e 135º da República.

FÁTIMA BEZERRA
Governadora

Lei Nº 11.456/2023: Reconhece como de Utilidade Pública Estadual a Associação Martinense de Comunicação – AMC


RIO GRANDE DO NORTE

LEI Nº 11.456, DE 12 DE JUNHO DE 2023.

Reconhece como de Utilidade Pública Estadual a Associação Martinense de Comunicação – AMC.

A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE:

FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica reconhecida como de Utilidade Pública Estadual a Associação Martinense de Comunicação – AMC, com sede e foro jurídico no Município de Martins, neste Estado.

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 12 de junho de 2023, 202º da Independência e 135º da República.

FÁTIMA BEZERRA
Governadora

Lei Nº 11.455/2023: Reconhece como de Utilidade Pública Estadual a Federação de Motociclismo do Rio Grande do Norte – FEMORN


RIO GRANDE DO NORTE

LEI Nº 11.455, DE 12 DE JUNHO DE 2023.

Reconhece como de Utilidade Pública Estadual a Federação de Motociclismo do Rio Grande do Norte – FEMORN.

A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE:

FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica reconhecida como de Utilidade Pública Estadual a Federação de Motociclismo do Rio Grande do Norte – FEMORN, com sede e foro jurídico no Município de Natal, neste Estado.
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 

Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 12 de junho de 2023, 202º da Independência e 135º da República.

FÁTIMA BEZERRA
Governadora

segunda-feira, 12 de junho de 2023

Nas pegadas da família Maia




Em Genealogia o começo é sempre hoje. Por ser uma temática instigante e elucidativa, desperta infinitas atenções que adentram o túnel do tempo, onde o retiro e a solidão dão livre curso à ansiedade cognitiva. As abordagens histórico-genealógicas restringir-se-ão aos sertões do Apodi, Itaú, Martins, Tabuleiro do Norte, Pereiro-CE e Catolé do Rocha-PB.

Mantém-se assim a coletividade da tradicional família Maia em sintoma com o tempo. Há muito da tradição oral norteando apontamentos genealógicos dignos de nota, observando-se, porém, vez por outra, algumas incongruências cronológicas. Ao certo, temos a tradição oral informando a chegada do Sr. Antonio Alves de Araújo Maia ao Apodi, oriundo do Tabuleiro da Areia (atual Tabuleiro do Norte-CE), vetusto rincão da Ribeira do Jaguaribe, da freguesia das Russas. Antonio casou em Apodi com Antonia Barbosa de Amorim, filha de João Barbosa Corrêia (2° deste nome e neto do 1°) e de Josefa Martins de Macedo (esta por sua vez filha do Tenente Manoel João de Oliveira, do Assu-RN, e Antonia Maria de Jesus).

A honrada descendência de Antonio Alves de Araújo Maia e Antonia Barbosa de Amorim está disseminada na cidade e município de Itaú-RN, de cujo casal nasceu Vicente Alves de Araújo Maia em 05 de fevereiro de 1825. Em 1844 nascia outro filho deste casal, de nome Joaquim Alves Maia, que veio a casar em primeira núpcias com Laurinda de Holanda Cavalcanti (filha de Laurindo de Holanda Cavalcanti e Josefina Oliveira…) e foram pais de Manoel Alves Maia, nascido no ano de 1879. Enviuvando, Joaquim casou em segunda núpcias com Maria Luiza Maia, que lhe sobreviveu e foram pais de:

F.01- José Alves Maia – casado com Josefa Maia Pinheiro.

F.02- Francisco Alves Maia – casado com Maria do Carmo Maia.

F.03- Cristalino Alves Maia 

F.04- Raimundo Alves Maia (nasceu a 04/01/1889)

F.05- Antonio Alves Maia.

F.06- Adelino Alves Maia.

F.07- Gonçalo Alves Maia.

Em minhas incontidas pesquisas nos inventários apodienses encontrei o inventário de José Sebastião Maia (o 2° deste nome) falecido no sítio ‘Caboclo’ (Apodi) a 25/02/1921, casado com Josefa Carlota de Oliveira (falecida a 30/12/1910) filha legítima de Joaquim Felício Maia, natural do Limoeiro do Norte-CE, e Carlota Antonia de Oliveira. Deixaram os filhos:

F.01- Ana Josefa de Oliveira, casada com Francisco Porfírio de Oliveira.

F.02 a F.09 – Joaquina (casada com Manoel Moreira Filho), Pedro, José, Carlota, Francisco, Maria Cota, Maria, Catarina e Raimundo (gêmeos).

Encontramos no denso inventário da lendária e arrojada matriarca Rosa Maria do Espírito Santo (Apodi, ano 1840) filha do português Manoel Raposo da Câmara e Antonia da Silva), casada que foi com Caetano Gomes de Oliveira. Dentre os filhos deste vetusto casal encontramos Tereza Maria de Jesus, casada com Ildefonso Alves Maia, de quem não conseguimos encontrar dados biográficos. No mesmo inventário encontramos uma neta de Dona Rosa, de nome Catarina Francisca das Flores, casada com o Sr. Antonio Freire da Silva Maia.

A antiga povoação denominada de “Angico” encravada na antiga data de sesmaria “Gitirana” emancipou-se do Apodi com a denominação de “Itaú” onde nos deparamos com o óbito de Vicente Martins da Silva, falecido a 13/09/1912 aos 61 anos de idade, tendo casado em primeira núpcias com Úrsula Doricélia da Câmara, com quem teve os filhos Eduardo Alves Maia, Patrício Alves Maia. Vicente casou em segunda núpcias com Amélia de Oliveira Maia, filha do Prof. Francisco Alves de Oliveira Maia, com quem teve dois filhos: F.01- Francisca Amélia de Oliveira, casada com Euclides Pinheiro da Silva, e o F.02- Cícero Alves Maia.

A fonte de pesquisa e documentação é como cacimba de areia, quanto mais produz, mais espontâneo se torna o manancial, fluindo perenemente, como que desobstruindo o veeiro de abastecimento. Daí que encontramos nas conversas dos alpendres sertanejos da ribeira e freguesia do Apodi a constatação de que existem duas vertentes da família Maia, conhecidos como sendo da família “Maia Fogo” e “Maia Bofe”.

O liame genealógico dos “Maia Fogo” advém da lendária matriarca Francisca das Chagas do Amor Divino, que por ter gerado uma prole de 16 filhos, tendo criado diligentemente e com muito amor esta notável prole, evidenciando notória carga de libido, atribuíram-lhe o apelido de “Dona Chica Fogo”. Era filha de João Alves de Oliveira e Francisca das Chagas de Oliveira.

Na celebrada obrada intitulada “Velhos inventários do oeste potiguar” – coleção mossoroense- série c- vol 742- ano 1992- de autoria do consagrado genealogista potiguar Marcos Antonio Filgueira, as p[aginas 79 a 86 consta a transcrição do inventário do padre Faustino Gomes de Oliveira, pernambucano, de Olinda, cavaleiro professo da ordem de Cristo, que foi vigário na Paróquia de Apodi no período de 1813-1856. No dito inventário encontra-se um testamento do Padre, lavrado a 05/01/1853 no qual afirma textualmente ter mantido relacionamento com mulher solteira de nome Francisca das Chagas do Amor Divino com quem teve uma prole de 07 filhos, os quais nominou-os.

Nesse ano do testamento Dita encontrava-se casada em primeira núpcias com Manoel de Jesus de Oliveira. Enviuvando, Dona Chica Fogo casou em segunda núpcias com o meu trisavô paterno Manoel Félix Ferreira, filho de Joaquim Félix Ferreira e Joana Batista do Nascimento (vide livro “memorial da família Maia do Ceará- pág114- 1717-2022, autor: José Nelson Bessa Maia. Nasce daí os “Maia Fogo”. O padre Faustino faleceu em Apodi a 05/02/1856.

O patriarca da família “Maia Fogo” Manoel Félix Ferreira nasceu em Catolé do Rocha-PB no ano de 1819. Manoel e Francisca das Chagas foram pais de 11 filhos:

F.01- Manoel Félix Ferreira Júnior

F.02- Izaías Alves de Oliveira- casado com Francisca Gomes de Oliveira.

F.03- Vicente Alves de Oliveira- casado com Antonia de Oliveira Maia.

F.04- Eufrosina Benigna de Oliveira- casada com Manoel Antonio de Souza.

F.05- Aquilino Alves de Oliveira- casado com Emilia Rosenda de Oliveira.

F.06- Felino Alves de Oliveira- casado com Maria Francisca das Chagas.

F.07- Felinto Alves de Oliveira- casado com Maria Gomes de Oliveira.

F.08- Jovino Alves de Oliveira- casado com Filomena Amélia de Oliveira.

F.09- Deodato Jovino de Oliveira- casado com Maria Lima de Oliveira (do Pará);

F.10- João Alves de Oliveira.

F.11- Benjamin Alves de Oliveira- casado com Maria Filadélfia Maia (meus bisavós paternos).

Nas fantásticas pegadas dos “Maia”surge a vertente “Maia Bofe” através dos admiráveis patriarcas João Alves Maia (João Bofe) nascido em 1819 em Tabuleiro da Areia (Tabuleiro do Norte-CE). Casou na matriz do Apodi a 04/02/1845 com Antonia Maria de Jesus (falecida a 08/12/1920 aos 90 anos) filha de Manoel Pinto da Cruz e Thereza Maria da Conceição,pais de: F.01 a F.05: Mafalda, Thereza, Marina Honorina, Henrique, Onofre. João Bofe faleceu no “alto da missão em 28/01/1913” e era filho de José Alves Maia e Maria da Conceição Paiva.

Na fértil várzea do Apodi, lugar denominado de “baixa fechada” faleceu a 20 de setembro de 1913 o respeitável patriarca Galdino Alves Maia (Galdino Bofe) natural de Russas, filho de João Alves Maia e de Maria Inácia da Conceição. Era casado com senhorinha Maria da Conceição. Galdino faleceu aos 84 anos de idade (nasceu no ano de 1819). 

Do primeiro enlace deixou uma prole de 06 filhos:

F.01- Lúcio Alves Maia- casado com Cândida.

F.02- Antonia Senhorinha da Conceição- viúva (1° vez) de Joaquim Ferreira Lima e (2°) vez de Simão Corrêia Lima.

F.03- Luzia- casada com João Domingos do Nascimento.

F.04- Francisca Senhorinha do Amor divino (falecida) casou com Julião Escolástico Benevides.

F.05- Maria- casada com Manoel Domingos do Nascimento.

F.06- Lucia Maria da Conceição- casou com Pedro José Marinho (são avós maternos do ex-prefeito do Apodi Sr.Isauro Camilo).

Prolífico, laborioso e inteligente, Galdino Bofe casou em segunda núpcias com Ana Maria de Jesus(filha do cearense Simão Corrêia Lima e Maria do Espírito Santo) tendo falecido no sítio “estreito” (margem da lagoa do Apodi) a 29/09/1934 aos 80 anos, deixando a seguinte prole:

F.01- Manoel Alves Maia.

F.02- Praxédia Maria da Conceição.

F.03- Maria Matildes da Conceição- casou com Julião Escolástico Benevides (pais de Galdino Julião).

F.04- Damásia.

F.05- Joaquim Alves Maia.

F.06- Pia.

F.07- Galdino Alves Maia Filho.

F.08- Alvino Alves Maia.

F.09- Pedro Alves Maia.

F.10- Antonio Alves Maia.

Há que se observar a existência de um outro Galdino Alves Maia, natural de Tabuleiro de Areia (Tabuleiro do Norte-CE) nascido no ano de 1837, filho natural de Ana Alves Maia (filha de Antonio Alves de Araújo Maia e Maria Clara Ferreira Maciel, da freguesia de Russas-CE). Galdino faleceu na cidade do Apodi a 24/09/1929 e era viúvo de Francisca de Tal, deixando as filhas: Maria Galdina, Caetana, Rita, Sebastião e Antonia.

Do vetusto casal Gabriel Joaquim de Barros e Luíza Francisca do Espírito Santo (inventário do ano de 1868):

Gabriel era filho de João Álvares Camelo e Maria Cleofa do E.Santo. João casou em 27 de jinho de 1725, era filho de Pedro da Silva Camelo e Josefa da Conceição de Jesus. Gabriel faleceu no ano de 1813 e Luiza faleceu no sítio Umari, onde residia, aos 26 de fevereiro de 1868, deixando uma prole de 07 filhos:

F.01- Quitéria Maria de Jesus, moradora do Pereiro, Ceará, representada pelo filho Thomaz Alves Ferreira Maia.

F.02- Rita Franklina de São Pedro, falecida, representada por sua filha Luzia Idalina dos Passos, casada com Claudino Dias da Cunhas, moradores no Pereiro.

F.03- João Alves Ferreira Maia, casado com Quitéria Vieira da Silva, moradores no Pereiro.

F.04- Maria Cleofas de Jesus, falecida, casada com seu primo Manoel Alves Ferreira Maia, com descendência em Catolé do Rocha-PB.

F.05- Antonio Gabriel Ferreira Maia- residia no seu sítio Umari (Martins-RN).

F.06- Joaquim Félix Ferreira Maia- casado com Joana Batista do Nascimento.

F.07- Ruberto Alves Maia- casado com Luíza Francisca do E.Santo. Moradores no Catolé, pais de:

BN.01- Maria Filadélfia Maia (mãita)- nasceu em Catolé em 1870. Casou com seu primo Benjamin Alves de Oliveira, filho de Manoel Félix Ferreira e Francisca das Chagas do Amor Divino (chica fogo). Pais de:

TN.01- Cleonice Maia de Oliveira (dona Nicinnha)- nasceu em Apodi a 26/04/1910. Faleceu viúva de Aristídes Ferreira Pinto a 18/08/2004. São os avós paternos de Marcos Pinto… e assim brilharam e brilham prolíficos e laborosos homens e mulheres desta tradicional família.

Marcos Pinto é advogado e escritor

quarta-feira, 7 de junho de 2023

Ex-vereador de Ipueira e ex-presidente da FECAM-RN, Diego Macedo morre em acidente de carro


O ex-vereador de Ipueira e ex-presidente da FECAM-RN, Diego Macedo, morreu em um acidente de carro na noite desta terça-feira (06). 

Ele trafegava na RN-118, por volta das 22h30min, entre os municípios de São João do Sabugi e Ipueira, quando perdeu o controle do carro,  caindo dentro do açude do Sítio Curral Queimado, pertencente aos seus avós. O ex-vereador tinha 42 anos e deixou três filhas.

Em 2008 se elegeu vereador pelo DEM, recebendo 240 votos. Foi reeleito em 2012, também pelo DEM, com 306 votos. 

Foi Presidente da Câmara Municipal de Ipueira no biênio 2015-2016. Já em maio de 2016, Diego assumiu o comando da Federação das Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte(FECAM-RN). 

Diego era filho dos ex-prefeitos de Ipueira Anifrancio da Cunha Macedo(gestões 1983-1988 e 1993-1996) e Concessa Araújo Macedo, conhecida como Cessa(gestões 2005-2008 e 2009-2012). Sua filha Isa Macedo, atualmente é vereadora na cidade.

domingo, 4 de junho de 2023

Apontamentos para a história da família Marinho


Por Marcos Pinto

A primeira notícia de um componente desta tradicional família a pisar o solo Apodyense data de 17 de novembro de 1688, quando o Ouvidor Marinho inseriu em vilas os índios Tapuias Paiacus, encarregado para esse fim, na margem esquerda da Lagoa Itaú, antiga denominação da atual Lagoa do Apody. O local em que os índios foram vilados recebeu mais tarde a denominação de “Córrego da Missão de São João Batista.”

Compulsando o livro denominado de “Atestados de Óbitos das Várzeas do Apody 1766-1776” lavrado pelo 1° Cura das Várzeas do Apody, o Pe. João da Cunha Paiva que se encontra sob veneranda guarda do IHGRN- Pasta n°32, encontrei o Sr. João Dantas Marinho residindo na Aldeia do Apody em 1776. Já em 18 de novembro de 1739 o Tenente-Coronel Gaspar Barbosa Marinho recebia a concessão de Carta de Data e Sesmaria, ganhando a doação de três léguas de comprimento por uma de largura nas paragens conhecidas como Riacho do Canto e Riacho dos Quintos, entre duas serras, na Ribeira do Apody. Apesar de incontidas investidas nos liames toponímicos dos sertões do Apody não nos foi possível localizar estas terras como também o elo genealógico deste intrépido desbravador. Em sua petição requerendo esta data de Sesmaria consta que residia no distrito da Ribeira do Apody (vide Sesmaria n°195- 2° Vol – FVR – CM).

Outra vertente da família Marinho encontra-se na descendência do Ten- General Francisco de Souza Falcão e do Capitão Leandro Bezerra da Cunha. De certo temos um filho de Leandro por nome de Gonçalo Marinho Cavalcanti. Na concessão de Carta de Data e Sesmaria ao Tenente-General. Francisco de Souza Falcão, datada de 05/10/1745, consta que o mesmo era morador na Aldeia da Missão do Apody. (vide sesmaria n° 352- 3° vol – FVR –CM – maio de 2000).

Adentrando os liames genealógicos temos de concreto a origem dos Marinho que encontram-se dispersos em Apody e Caraúbas, partindo de documentos oficiais irrefutáveis, tais como inventários, livros de batizados e de óbitos existentes no 1° Cartório do Apody e, na Matriz da mesma cidade.

Sobre Manoel da Costa Travassos: filho do Cel. Carlos de Azevedo do Vale e Isabel Barros de Oliveira (da Bahia). Isabel era filha de João de Barros de Oliveira e Mariana da Costa Travassos.

Nos vetustos inventários Apodyenses de 1830 encontrei referência a este, dando conta de que o mesmo residia na Província da Paraíba, contudo, sem identificar a cidade ou vila. Na contemporaneidade deste ano, encontrei em pesquisa efetuada na “Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (vol. XVII)” que traz a resenha histórica dos municípios do RN e da PB, editada pelo IBGE em 1960, referência a Manoel da Costa Travassos à fls.269, na resenha histórica da cidade de Ingá-PB:

“...afirma Coriolano de Medeiros, no seu “Dicionário Corográfico do Estado da Paraíba”: “Ingá tem sua história sujeita a controvérsias, de vez que diferem as opiniões a respeito de seus fundadores. Asseguram uns que um certo português Manoel da Costa Travassos obtivera em tempo remoto, permissão para explorar àquelas terras, ali fixando residência, dedicando-se à criação de gado e agricultura.”

Casou-se com Leandra Martins de Macedo, entre os anos de 1745 a 1750, filha de João Marinho de Carvalho (residente no Assu) e Ana Martins de Macedo.

Manoel e Leandra foram pais de:

F.01- Tenente Manoel João de Oliveira – casou-se com Antonia Maria de Jesus, filha do Alferes José Fernandes Pimenta e Josefa Maria da Conceição (segundo o Historiador Raimundo Soares de Brito, em seu célebre livro “Alferes Teófilo Olegário de..., Manoel João residia no sítio “boqueirão do brejo do Apody.”). São pais de:

N.01- Tenente Francisco Marinho de Oliveira

N. 02- Joaquina Mariana de Jesus – casada com Vicente Ferreira Pinto(1°)

N.03- Ana Martins de Oliveira- nasceu a 20/05/1776, casou-se com o Sr. Francisco Xavier Cavalcanti no sítio “Brejo do Apody” a 27/11/1805.

N.04- Maria do Ó-  nasceu a 13/04/1772, casou-se com Francisco José de Albuquerque em Apody a 08/05/1801.

N.05- José Simões de Oliveira – nasceu a 08/02/1784, casou-se com Ana Borges de Andrade (filha de Gonçalo Borges de Andrade e Maria de Jesus Martins) em 27/09/1803.


Do Tenente Francisco Marinho de Oliveira:

Aqui começa o extenso rol de descendentes com a denominação familiar Marinho. Nasceu o Tenente a 04/07/1794 no sítio “Boqueirão do Brejo do Apody” e faleceu no sítio “Joazeira” – Várzea do Apody, a 04 de Janeiro de 1859.

Casou-se com Josepha Maria da Conceição, filha de Francisco da Costa de Morais e Ignácia Maria da Conceição. Este Francisco de Morais era filho do Capitão Antonio de Morais Bezerra e Maria José da Cunha, fundadores, com Sebastião Machado de Aguiar, da povoação de São Sebastião de Mossoró. (vide “Velhos Inventários do Oeste Potiguar – Marcos Filgueira – CM – séria c – vol. 740 – pág 37 – 1992).

Francisco da Costa Morais faleceu em 1849 e sua esposa Ignácia faleceu em 1854.

Do casamento do Tenente com Josepha tem origem a vastíssima família Morais Marinho, dispersos nas várzeas do Apody como areia no deserto, e Marinho da Mota, d. Josepha Maria da Conceição faleceu no sítio Joazeiro a 08 de maio de 1863.

Francisco Marinho e Josepha são pais de:

F.01- Antonio Marinho de Oliveira:

· Casou-se com Francisca Florentina.
· Residiam no sítio “Boa Vista”, termo do Assu e Freguesia do Campo Grande-RN.

F.02- Carlota Joaquina de Oliveira:

· Casou-se com Joaquim Felício de Souza.
· Residiam no sítio “Cabôclo” – Apody-RN. F.03- Francisco Marinho de Oliveira Júnior:
· Casou-se com Joana Gomes ou Joana Antonia da Costa
· Residiam no sítio “Joazeiro”.
·
F.04- Antonia Carolina de Oliveira:

· Nasceu em 1829.
· Em 1859 ainda encontrava-se solteira.

F.05- Augusta Joaquina de Oliveira:

· Casou-se com João Fernandes Vieira, filho de João Fernandes Vieira e Isabel Maria do Espírito Santo.
· Residiam no sítio do Padre (Apody).

F.06- Maria Leopoldina de Oliveira:

· Casou-se com Vicente Ferreira de Freitas.
· Residiam no sítio “Boa Esperança”, termo do Assu, freguesia do Campo Grande-RN.

F.07- Manoel João de Oliveira (2°) – vulgo “Manoel Marinho”

· Repete o nome do avô paterno.
· Nasceu em 1832.
· Em 1859 encontrava-se solteiro com 28 anos.
· Casou-se com Joana Baptista de Oliveira.
· Residiam no sítio “Joazeiro”.

F.08- Martiniano Marinho de Oliveira:

· Nasceu em 1833. Residiam no sítio “Joazeiro”.
· Casou-se com Maria Ferreira da Mota.

F.09- Francisca Joaquina de Oliveira:

· Casou-se com Manuel Daniel de Brito, filho do Capitão Simão Gomes de Brito e Maria Madalena de Medeiros.
· Residiam no sítio “Joazeiro” (Apody). F.10- João Marinho de Oliveira:
· Nasceu em 1835.
· Casou-se com Antonia Maria de Oliveira.
· Residiam no sítio “Joazeiro”.

F.11-Domingos Marinho de Oliveira:

· Casou-se com Maria Francisca da Conceição ou Mariada Costa da Conceição.
· Residiam no sítio “Joazeiro”.

F.12- José Marinho de Oliveira (1° deste nome):

· Nasceu em 1836.
· Casou-se em 1° núpcias com Antonia Ferreira da Mota (filha de Antonio Manoel da Mota e Josefa Maria da Conceição).

São pais de:

N.1- Pedro José Marinho: casado com Lúcia Maria Conceição. 

São pais de:

BN.1 - Francisca Maria da Conceição: casou-se com Raimundo Casado de Oliveira. Faleceu de parto no sítio “Baixa Fechada” a 22/06/1915, aos 27 anos de idade.

São pais de:

TN.1 -Isauro Camilo de Oliveira – nasceu em 1906.
TN. 2- Maria –
TN. 3-João. TN.4-Ricarte.

N.02- Manoel Marinho de Oliveira – casado com Antonia Rufina de Oliveira.

São pais de:

BN.02- Silvério Morais Marinho casado com Guiomar..(do Ceará).

N.03- Maria- casada com Simplício Ferreira Lima.

(obs: o Sr. José Marinho de Oliveira faleceu na “várzea do Junco (Apody)” a 09/01/1908, aos 73 anos de idade. Casara-se em 2° núpcais com a cunhada Francisca da Mota Ferreira, com quem teve 10 filhos).

F.13- Sebastião Balbino de Oliveira ou Sebastião Marinho de Oliveira:

· Nasceu em 1838.
· Residia no sítio “Joazeiro”.

F.14- Francisco das Chagas de Oliveira:

· Nasceu a 22/07/1840.
· Residia no sítio “Joazeiro”. 

F.15- Bárbara Maria de Oliveira:

· Nasceu a 04/12/1842.
· Residia no sítio “Joazeiro”. 

F.16- Isabel Balbina de Oliveira:
· Nasceu em 1844.
· Residia no sítio “Joazeiro”.

OBS: Estes filhos deixaram vasta descendência em Apody, Caraúbas, Assu e Campo Grande.

OBSERVAÇÃO:

O F.12- José Marinho de Oliveira casou em 2° núpcias com Francisca da Mota Ferreira, irmã de sua 1° esposa, ambas filhas de Antonio Manoel da Mota e Josefa Maria da Conceição. José faleceu no lugar denominado “Várzea do Junco”, zona rural de Apody, a 09/01/1908, aos 73 anos de idade, e sua esposa 2° Francisca faleceu no sítio “Baixa Fechada” a 04/05/1931 aos 81 anos de idade.

José e Francisca são pais de:

N.01- Vicente Marinho de Oliveira – casou com Maria Francisca da Mota. N.02- Joana Marinho – é a mesma Joana Antonia de Oliveira.

N.03 - Braz Marinho de Oliveira – são pais de Júlio Marinho. Casous-e com Francisca Ferreira da Mota.

N.04 - Rosa Amélia – faleceu em estado de solteira.

N.05 - Maria Conceição de Oliveira – casou com o Sr. José Carlos da Costa, natural da cidade de Almino Afonso- RN, antiga Vila Caieira.

N.06 - Maria Mercês de Oliveira – casou com João Batista da Mota.

N.07 - José Marinho da Mota – casou com sua sobrinha Zulmira Marinho, filha de seu irmão Pedro José Marinho e Lúcia Maria da Conceição.

N.08 – Angélica Francisca da Mota – casou em 1° núpcias com Manoel Antonio da Mota. Casou em 2° núpcias com Pedro Lúcio da Silva Alencar.

N.09 – Maria do Patrocínio – casou com José Antonio da Mota. 

São pais de:

BN . 01 – Raimundo Mota: casou com sua prima Camila, filha de Raimundo Marinho e...

N.10 – Ana Marinho: casou com Manoel Matoso do Nascimento. Residiam no Ceará, no lugar denominado “Pereiro”.

Vê-se assim que, a tradicional família Marinho, do Apodi e região Oeste, tem origem no Capitão João Marinho de Carvalho e Ana Martins de Macedo. Apodi tinha vasto relacionamento com o Assu, dado as investidas do terço dos paulistas instalado no Assu desde 1698, com parte instalado em Apodi durante a famosa “Guerra dos Bárbaros”.

Dado que o vastíssimo entrelaçamento com as família Mota e Morais representa a maior família da Vetusta e Histórica Ribeira do Apodi. O respeitável comerciante apodiense estabelecido na Praça de Mossoró, Salvador Marinho costumava enfatizar – em suas costumeiras poucas e boas – Que “Mota, Morais e ‘Marim’ cada vez mais ruim”.

*Marcos Pinto é advogado e historiador

sábado, 3 de junho de 2023

Lei Nº 11.454/2023: Reconhece como de Utilidade Pública Estadual o Espaço do Estudante de Jucurutu (Maria de Jesus Cosme)


RIO GRANDE DO NORTE

LEI Nº 11.454, DE 02 DE JUNHO DE 2023.

Reconhece como de Utilidade Pública Estadual o Espaço do Estudante de Jucurutu (Maria de Jesus Cosme).

A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE:

FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica reconhecido como de Utilidade Pública Estadual o Espaço do Estudante de Jucurutu (Maria de Jesus Cosme), com sede e foro jurídico no Município de Jucurutu, neste Estado. 

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 02 de junho de 2023, 202º da Independência e 135º da República.

FÁTIMA BEZERRA
Governadora

sexta-feira, 2 de junho de 2023

Lei Nº 11.452/2023: Institui o “Dia Estadual do Brega” no Calendário Oficial do Estado do Rio Grande do Norte


RIO GRANDE DO NORTE

LEI Nº 11.452, DE 1º DE JUNHO DE 2023.

Institui o “Dia Estadual do Brega” no Calendário Oficial do Estado do Rio Grande do Norte.

A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: 

FAÇO SABER que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica instituído, no Calendário Oficial do Estado do Rio Grande do Norte, o “Dia Estadual do Brega”, a ser comemorado, anualmente, em 1º de junho.

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal/RN, 1º de junho de 2023, 202º da Independência e 135º da República.

FÁTIMA BEZERRA
Governadora

quinta-feira, 1 de junho de 2023

Dia Estadual do Brega é criado no RN; data é uma homenagem ao cantor Carlos Alexandre

Foto: Arquivo da família.

A governadora Fátima Bezerra sancionou, nesta quinta-feira (1° de junho), a lei que institui o Dia Estadual do Brega. A data será comemorada anualmente no dia 1º de junho em homenagem ao aniversário do cantor Carlos Alexandre que é o maior artista do gênero brega do RN, autor de sucessos como “Feiticeira”. A Lei foi proposta pelo deputado Ubaldo Fernandes (PSDB). O Projeto de Lei foi aprovado por unanimidade na terça-feira (23/5).

O Dia Estadual do Brega objetiva valorizar um ritmo musical no qual o RN tem grandes expoentes, além de Carlos Alexandre, como os cantores Fernando Luiz e Bartô Galeno. A sanção da Lei trará à classe artística do segmento do Brega atenção e prioridade em editais públicos e maior presença em festivais.

Biografia

Carlos Alexandre (Pedro Soares Bezerra), cantor e compositor, nasceu em Nova Cruz-RN em 01/06/1957, e faleceu em 30/01/1989. Perdeu a vida precocemente, no auge da carreira, em acidente automobilístico, entre as cidades de Tangará e São José do Campestre, quando voltava de um show da cidade de Pesqueira, em Pernambuco.

Em 1975, ainda com o nome artístico de Pedrinho, teve sua primeira música gravada, Caixa vazia, por Ruan Carlos. Mais tarde foi para São Paulo acompanhado do radialista Carlos Alberto de Souza que o levou para a RGE.

Em 1978 lançou um compacto simples com as músicas Arma de vingança e Canção do paralítico. O disco vendeu mais de 100 mil cópias e abriu caminho para o lançamento do LP Feiticeira, que vendeu cerca de 250 mil cópias, sendo também lançado em Castelhano.

Aceitou a sugestão da esposa para adotar o nome artístico de Carlos Alexandre, em homenagem o padrinho. Quando nasceu seu primeiro filho, ele o chamou de Carlos Alexandre Júnior, que, mais tarde, também abraçaria o caminho da música. Grande sucesso da canção brega, é autor de hits populares como Feiticeira, A Ciganinha e Índia, entre outras, que são músicas recorrentes na memória popular em todo o Brasil.

Ao longo de sua carreira, teve músicas gravadas, entre outros, por Genival Lacerda, Gilliard e Barros de Alencar. Teve mais de 200 músicas gravadas. Lançou 14 Lps e três compactos, além de participações em coletâneas. Ganhou 15 discos de ouro. Em 1997, o cantor e compositor Daniel Bueno incluiu em seu segundo CD o sucesso Se você fosse por mim, de Carlos Alexandre.

Em 1999, teve a composição Arma de vingança, de sua autoria com Carlos Alberto, gravada pelo cantor brega Falcão no CD 500 anos de chifre – O brega do brega.

Em 2005, o artista foi homenageado com o projeto “Tributo a Carlos Alexandre- Vem ver como eu estou”, idealizado pelo produtor cultural Marcelo Veni e que foi realizado, no teatro Alberto Maranhão, em Natal, contando a participação de cantores e bandas de Natal.

Segundo a pesquisadora Leide Câmara, conterrânea do compositor que mantém em seu acervo todos os discos de Carlos Alexandre, “Ele foi o grande cantor romântico potiguar que pesquisava o cotidiano em casas noturnas, observando a mulher e os costumes sociais, cantava o amor, a paixão mal resolvida mas, sobretudo o amor”.

Obras

A ciganinha (c/ Aarão Bernardo), A flecha do amor (c/ Maurílio Costa), Agora é tarde (c/ Edy), Alô…estou chamando, Amanhã (c/ Isolda), Antes que a morte nos separe, Apenas fantasia (c/ Aluízio J. Silva), Aqui estou eu (c/ Edy), Arma da vingança (c/ Carlos Alberto), Bichinho de estimação (c/ Solange), Bonequinha, Cabecinha branca, Caixinha de amor, Canção do paralítico (c/ Osvaldo Garcia), Cartão postal, Chega de papo (c/ T. de Andrade), Chora, De uma vez para sempre, Deixe (c/ Gilvan Gomes), Deixe que aconteça, Depois das dez, Desejo ardente (c/ Jotha Luiz), Desta vez, Devastação (c/ Ismael Carlos), É tarde para falar de amor (c/ Aloísio), Encanto e magia (c/ Mário Maranhão), Encontrei você (c/ Gilson Gill), Enquanto o amor durou, Esta noite eu sonhei (c/ Lourdes Sorel), Estou amando (c/ Aluízio J. Silva), Eu não danço discoteque (c/ Graça Góis), Eu pensei que voltaria, Eu queria ter poderes, Feiticeira, Fica comigo (c/ Nando Cordel), Final de semana (c/ Maurílio Costa), Fique aqui, Gato e sapato, Gente fina, Glória ao amor (c/ Carlos Corinaldeski), Hoje eu tô que tô (c/ Jotha Luiz), Índia (c/ Carlos Alberto), Já troquei você por outra, Jogo sujo, Mais que amigos (c/ Aluízio J. Silva), Mais uma noite, Mamãe, Mar de lágrimas, Me abraça, Menina, Menina dos olhos negros (c/ Cassiano Costa), Meus filhos não devem pagar, Motivo, Mulher de muitos, Mulher igual a minha (c/ Janjão), Não caso com viúva, Não dá pra lhe esquecer, Não marco encontro por telefone, Não posso ficar (c/ Márcio França), Não sei se devo tocar-te (c/ Romildo), Não tem mais jeito, Não vou abrir a porta, Natal, cidade noiva do sol, Nem pense nisso, No meio da noite (c/ Majó), Nos caminhos do meu coração (c/ Solange), Nosso quarto é testemunha (c/ Jotha Luiz), O amor existe, O céu chorou por mim (c/ Maurílio Costa), Olhar penetrante (c/ Solange), Palavras de carinho, Perdoai Senhor (c/ Ismael Carlos), Pode entrar, Pode sorrir (c/ Martins Filho), Por que você não chega (c/ Solange), Por que você não responde? (c/ Galeno e Mora), Preciso de você comigo (c/ Solange), Primavera (c/ Accioly Neto), Quantos dias, Quem sou eu, Queria eu, Queria tanto (c/ Jotha Luiz), Quero (c/ Edy Bastos), Resposta, Rosto inocente (c/ Edelson Moura e Chico de Assis), Sai, Sai do meu caminho (c/ Mourão Filho), Saudade matadeira (c/ Solange), Saudade sua (c/ Pedrinho Pepê), Se a saudade apertar, Se você fosse por mim (c/ Maurílio Costa), Sei sei (c/ Norell e Oson), Senhor delegado, Siendo amantes, Só agora eu sei, Só vai dá nós, Sobremesa de beijos (c/ Luiz Wanderley), Sonho lindo (c/ Solange), Tá tudo bem (c/ Solange), Te prendo outra vez (c/ Janjão), Timidez, Tragédias, Traiçoeira, Triste canção, Tudo é sofrimento, Último grito (c/ Paulo Márcio), Vá pra cadeia (c/ Janjão), Valsa do papai, Velha foto, Vem me fazer feliz (c/ Cassiano Costa), Vem me socorrer (c/ Solange), Vem ver como eu estou (c/ Nando Cordel), Vidas, Você, Você vai ver meu retrato em cada rosto (c/ Chiquinho), Voltei à praia, Vou pegar no pé (c/ Solange).

Discografia

1978 Carlos Alexandre – Feiticeira
1978 Carlos Alexandre – Feiticeira Vol. 01
1979 Carlos Alexandre – A Ciganinha Vol. 02
1980 Carlos Alexandre – Já Troquei Por Outra Vol. 03
1981 Carlos Alexandre – Mulher De Muitos Vol. 04
1982 Carlos Alexandre – Revelação De Um Sonho Vol. 05
1983 Carlos Alexandre – Cartão Postal / Aqui Estou Vol. 06
1984 Carlos Alexandre – Vem Ver Como Eu Estou Vol. 07
1985 Carlos Alexandre – Final De Semana Vol. 08
1986 Carlos Alexandre – Gato E Sapato Vol. 09
1987 Carlos Alexandre – Nosso Quarto é Testemunha Vol. 10
1988 Carlos Alexandre – Sei Sei Vol. 11
1989 Carlos Alexandre – Eternamente Vol. 12
1993 Carlos Alexandre - Especial
1998 Carlos Alexandre - 20 Super Sucessos Vol. 1
1998 Carlos Alexandre - 20 Super Sucessos Vol. 2
2000 Carlos Alexandre - Coleção Pérolas
2001 Carlos Alexandre - Último Show

João Félix, ex-prefeito de Boa Saúde-RN, morre aos 64 anos


Faleceu na manhã da quarta-feira(31 de maio), o líder político João Félix Neto, ex-prefeito da cidade de Boa Saúde. Joãozinho, como também era conhecdo, atuamente residia em Natal, e enfrentava diversos problemas de saúde. Ele faria 65 anos no dia 23 de junho. A Prefeitura e a Câmara de Boa Saúde decretaram luto oficial em decorrência de seu falecimento.

João Félix entrou oficialmente para a vida pública nas eleições municipais de 1988. Na época, ele foi eleito vice-prefeito de Boa Saúde(antiga Januario Cicco), na chapa do ex-prefeito Paulo de Souza, ocupando o cargo de 1989 a 1992. Juntos, eles conquistaram 1.811 votos.

Em 1992 Joãozinho foi eleito prefeito municipal, pelo PL, recebendo 1.995 votos, exercendo o mandato de janeiro de 1993 a dezembro de 1996. Ele também foi secretário municipal de Saúde

Era casado com Maria Edice Francisco e Felix, que já foi prefeita de Boa Saúde por 3 mandatos, eleita em 2004, 2008 e 2016. Deixa 02 filhos e quatro netos.

MEC empossa Daniel Diniz para nova gestão na Reitoria da UFRN

Foto: Cícero Oliveira/Agecom/UFRN

“Reafirmo meu compromisso com uma gestão pautada pela ética, pelos valores democráticos, pelo respeito à diversidade e pela defesa da pluralidade de ideias e da formação cidadã”, afirmou o professor José Daniel Diniz Melo, na cerimônia que o reconduziu ao cargo de reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A solenidade foi realizada na manhã desta quinta-feira, 1° de junho, na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília-DF.

O reitor Daniel Diniz iniciou, oficialmente, a segunda gestão da Reitoria da UFRN, em 29 de junho de 2023, após ser nomeado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para o período de 2023 a 2027. Já a cerimônia de posse foi conduzida pelo ministro da Educação, Camilo Sobreira de Santana, que reforçou o compromisso do Governo Federal com o fortalecimento do Ensino Público Superior.

Para o quadriênio de 2023 a 2027, o reitor Daniel Diniz seguirá na gestão junto ao vice-reitor, Henio Ferreira de Miranda, que foi empossado na quarta-feira, 31 de maio, bem como os novos gestores da Administração Central.

Currículos


José Daniel Diniz Melo é doutor em Engenharia Mecânica pela Colorado State University, mestre em Engenharia Mecânica pela University of Maine e graduado em Engenharia Mecânica e em Engenharia Civil pela UFRN. Foi pesquisador visitante no Department of Aeronautics and Astronautics da Stanford University de 2008 a 2019. É Professor Titular do Departamento de Engenharia de Materiais. Na UFRN, Daniel Diniz já desempenhou os cargos de chefe dos Departamentos de Engenharia Mecânica e de Engenharia de Materiais e Diretor do Centro de Tecnologia . Foi também vice-reitor da UFRN de 2015 a 2019. E finaliza, agora, o primeiro mandato como reitor pelo período de 2019 a 2023.


Já Henio Ferreira de Miranda é professor titular do Departamento de Educação Física desde 1978. Possui especialização em Ciências do Esporte pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutorado em Ciências da Saúde pela UFRN. Atuou como Conselheiro do Conselho Estadual de Desportos do Rio Grande do Norte e auditor de justiça desportiva do Superior Tribunal de Justiça Desportiva Universitária. Entre os diversos cargos de gestão desempenhados em 45 anos de UFRN, foi vice-coordenador dos campi avançados, coordenador e chefe do Departamento de Educação Física, vice-diretor e diretor do Centro de Ciências da Saúde (CCS). Deixou a diretoria do CCS para assumir o cargo de vice-reitor de 2019 a 2023.