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sexta-feira, 24 de abril de 2026

A palavra sobreposta: imagens contemporâneas da Segunda Guerra em Natal


Este livro, de autoria de Josimey Costa revisita um momento decisivo da história potiguar: a presença norte-americana em Natal durante a Segunda Guerra Mundial e seus efeitos na vida urbana, cultural e simbólica da cidade.

Com olhar crítico e sensível, a autora investiga como imagens, memórias, reportagens, filmes, peças, documentos e marcas espalhadas pela cidade continuam a produzir sentidos sobre Natal. O livro mostra que olhar para o passado é reconstruí-lo a partir do presente.

O acesso é gratuito no acervo digital da EDUFRN. Para ler e baixar a obra, acesse:

Fonte: Edufrn

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Livro “Ilha de Manoel Gonçalves: Vida e Morte”



“Ilha de Manoel Gonçalves: Vida e Morte”, de João Felipe da Trindade @jftrindade, é uma investigação histórica minuciosa sobre uma localidade hoje desaparecida do litoral potiguar, mas que teve papel relevante na formação econômica e social do Rio Grande do Norte entre os séculos XVIII e XIX. A partir de ampla pesquisa em arquivos, documentos oficiais, registros paroquiais, cartas, inventários e relatos de época, o autor reconstrói a trajetória da ilha, marcada pela atividade portuária, pela exploração do sal, pela circulação de pessoas e pela posterior submersão física e simbólica pelo avanço do mar.

O livro articula história regional, genealogia e memória coletiva, destacando personagens anônimos e figuras centrais da ocupação do território, além de conexões com Macau, Assú e outras localidades vizinhas.

Embora assuma não ser uma obra definitiva, o estudo se impõe pela densidade documental e pelo esforço de sistematização, oferecendo contribuição relevante para a historiografia potiguar e para a preservação de uma memória quase apagada.

O download gratuito está disponível no acervo digital da EDUFRN, através do link https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/66627


terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Museu do Seridó lança livro sobre identidade seridoense


O livro Museu do Seridó em Ação: valorizando a identidade seridoense (Volume 1) foi lançado recentemente em Caicó, reunindo pesquisas e experiências desenvolvidas a partir da atuação do Museu do Seridó em diálogo com a Universidade e a comunidade. A obra é resultado de uma parceria entre o projeto de extensão SI Inspira e o Museu do Seridó, vinculados ao Centro de Ensino Superior do Seridó (Ceres/UFRN), e está disponível gratuitamente para download.

Organizado por Anna Cláudia Nobre, diretora do museu, pelo professor Rogério Lima, vice-diretor do Ceres, e por Giovanna de Melo e Matheus Fernandes, estudantes bolsistas de iniciação científica, o livro reúne sete capítulos escritos por pesquisadores, docentes e discentes da UFRN. Os textos abordam temas como o uso de tecnologias na relação entre museu e público, a valorização da cultura regional por meio da música, da fotografia e da memória, além de reflexões sobre identidade, transformações no Seridó, arqueologia e mediação cultural.

Fundado em 1962 pelo padre Antenor Salvino de Araújo, o Museu do Seridó é apresentado na obra como um espaço vivo de preservação, educação e encontro social. Mais do que um registro institucional, o livro evidencia o papel do museu como parte essencial da valorização da identidade seridoense e marca um momento importante das ações de pesquisa, extensão e divulgação científica desenvolvidas na região, inaugurando o primeiro volume de uma coleção dedicada à cultura e à memória do Seridó potiguar.

Para Giovanna de Melo, estudante do curso de Sistemas de Informação, que atuou na revisão dos capítulos, a produção reforçou a importância da formação científica em sua trajetória acadêmica. “Essa experiência evidenciou que a formação científica é fundamental independentemente do curso e ampliou minha compreensão sobre os bastidores da produção científica, indo além da escrita autoral e fortalecendo minha atuação como pesquisadora”, relata.

Já para Anna Cláudia, o livro representa mais do que uma realização acadêmica: é um registro material da importância de uma cultura forte e resistente. “O povo seridoense é portador de um patrimônio histórico, cultural e simbólico de grande relevância, que precisa ser continuamente registrado, interpretado e compartilhado. Este livro materializa esse compromisso ao transformar experiências de pesquisa e extensão em conhecimento acessível, fortalecendo os vínculos entre o Museu, a Universidade e a comunidade e reafirmando o Museu do Seridó como um espaço de diálogo, pertencimento e construção coletiva da memória regional”, afirma a diretora.


Para baixar o livro, clique aqui 

terça-feira, 9 de maio de 2023

Livro 130 anos do TJRN


O livro traz desde o registro das fases históricas do Judiciário potiguar, como a ata de instalação do Tribunal de Justiça em 1892, até as campanhas e solenidades alusivas às 13 décadas do do TJRN.

A publicação é uma compilação de registros paleográficos, históricos e bibliográficos, recolhidos do levantamento documental, realizado pelo Núcleo de Gestão Documental, Memorial e Biblioteca do TJRN, com o apoio da Secretaria de Comunicação Social da Corte potiguar.

Para ler o livro, clique aqui

Livro: "Elas no Judiciário - Vivências na Justiça Potiguar, uma produção coletiva de mulheres do Judiciário Potiguar"


O Livro

"Elas no Judiciário - Vivências na Justiça Potiguar, uma produção coletiva de mulheres do Judiciário Potiguar " é composto por três partes que se complementam. A primeira traz um levantamento histórico das pioneiras, servidoras e magistradas, que ingressaram no Judiciário do Estado. "O livro recupera, por exemplo, a memória da primeira magistrada do Estado Wandecy Albanez Ferreira Veras, que ingressou na instituição em 1956 e foi não apenas a primeira juíza, como a primeira advogada e também a primeira promotora do Rio Grande do Norte. Entre as servidoras também foi possível recuperar dados de 1945 e com fotos muito interessantes. Nas falas das vivências femininas temos muita riqueza nos depoimentos. É uma obra muito rica de dados objetivos mas também sob o viés das emoções", explica Hadja Rayane.

Na segunda parte são apresentados dados atuais no que pertine aos quantitativos de mulheres e também seus percentuais nos postos de liderança, um ponto que demonstra avanços da instituição e ainda alguns pontos de preocupação, onde precisamos evoluir. Por último, o livro traz a fala de 74 mulheres sobre questões de gênero, bem como de inspiração para outras gerações. "São depoimentos de grande valor pois congregam, por amostragem, falas de mulheres de todas as idades e segmentos do Judiciário, inclusive algumas já aposentadas. Assim, é uma obra coletiva, não só porque advém de um grupo de trabalho, mas sobretudo porque muitas mulheres cederam suas falas para a sua formação", reforça a magistrada.

Para acessar o livro gratuitamente, clique aqui

*com informações do TJRN

sábado, 25 de setembro de 2021

Professora de antropologia publica obra sobre devoções populares no RN


Devoções religiosas populares, cultos funerários, memórias e narrativas são alguns dos assuntos debatidos no livro Santos feitos à mão: devoções religiosas populares em cemitérios no Rio Grande do Norte. A obra é fruto da revisão da tese de doutorado defendida no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS/UFRJ), em 2006, pela professora Eliane Tânia Freitas, do Programa de Pós-Graduação de Antropologia Social (PPGAS/UFRN) do Departamento de Antropologia (DAN/UFRN).

Com o objetivo de apresentar uma análise dos ritos e relatos orais constitutivos do universo de devoções populares utilizando personagens associadas ao mundo do crime ou do banditismo no estado do Rio Grande do Norte, o livro retrata a história de José Leite de Santana, o cangaceiro Jararaca, e João Baracho, que ficou conhecido em Natal como o “matador de motoristas”, entre 1959 e 1962.

No dia de finados, os cemitérios ficam cheios de entes queridos que visitam os seus familiares ou amigos. Inclusive, em Natal e Mossoró, os túmulos do cangaceiro e do matador são frequentados por inúmeros visitantes, alguns dos quais se apresentam como seus devotos.

E é nesta devoção que se estabeleceu o objeto de pesquisa desta obra. Os devotos são fiéis nas histórias, divulgam os fatos que teriam levado às mortes trágicas de Jararaca e João Baracho e ainda os consideram como operadores de milagres.

Ainda que essa devoção tenha semelhança com a dos santos, eles não são chamados assim, nem pelos seus devotos, mas recebem ritual análogo aos santos católicos. E foi devido a isso que a professora resolveu estudar tal devoção, analisando as histórias das personagens para explicar o porquê de eles serem tratados como santos.

O download está disponível, gratuitamente, no endereço:  https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/33394

*Portal da UFRN.