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sexta-feira, 5 de junho de 2026

Museu de Lagoa de Velhos é reconhecido como patrimônio cultural e turístico do RN


A Lei Nº 12.749, de 27 de maio de 2026, sancionada pelo Governo do Estado reconhece como Patrimônio Histórico, Cultural e Turístico do RN, o Solar João Anselmo, no município de Lagoa de Velhos. A lei é de autoria da deputada estadual Eudiane Macedo

O Solar João Anselmo, mais conhecido como Museu Histórico de Lagoa dos Velhos ou simplesmente “Casa Velha”, é um dos principais patrimônios culturais do município de Lagoa de Velhos e um marco na preservação da memória e da identidade potiguar.

Localizado no coração da cidade, o espaço representa um elo vivo entre o passado e o presente, reunindo objetos, documentos e lembranças que contam a trajetória de Lagoa dos Velhos e de seu povo.

*Fotos: reprodução

O museu abriga um rico acervo histórico e cultural, com destaque para uma antiga bodega, que retrata o comércio tradicional da região; uma
biblioteca com obras sobre a história do Rio Grande do Norte; e salas temáticas dedicadas a Fabião das Queimadas, importante figura da cultura popular nordestina, e a João Anselmo, fundador do município.

O Solar João Anselmo é a primeira casa construída em Lagoa de Velhos, e por isso carrega um profundo valor simbólico para a cidade.

Reconhecendo sua relevância histórica e arquitetônica, a Fundação José Augusto (FJA) realizou o tombamento oficial do imóvel em 29 de outubro de 1998, garantindo sua preservação como patrimônio cultural do Estado do Rio Grande do Norte.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

Museu do Índio Luiza Cantofa recebe Prêmio Darcy Ribeiro de Educação Museal

Foto: reprodução.

O Museu do Índio Luiza Cantofa, situado no município de Apodi, foi agraciado com o Prêmio Darcy Ribeiro 2023, concedido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), autarquia federal vinculada ao Ministério da Cultura (MinC).

O Prêmio Darcy Ribeiro 2023, regido por um edital, visa reconhecer e valorizar boas práticas de educação museal em conformidade com os princípios e diretrizes da Política Nacional de Educação Museal (PNEM).

O resultado final foi tornado público na quinta-feira, 28 de dezembro, revelando o reconhecimento das notáveis práticas de educação museal desenvolvidas pelo museu. Cada premiação consistirá em um montante significativo de R$40 mil, destinado a impulsionar ainda mais as práticas educacionais inovadoras e inspiradoras.

Primeiro museu

O primeiro museu indígena do Rio Grande do Norte se destaca não apenas por seu pioneirismo, mas por sua dedicada preservação do patrimônio cultural indígena do povo Tapuia Paiacu da Lagoa do Apodi e por sua abordagem exemplar à educação museal.

A instituição tem desempenhado um papel essencial na disseminação do conhecimento e na promoção de uma compreensão mais profunda da história não oficial.

O CHCTPLA, entidade sem fins lucrativos responsável pela gestão do Museu do Índio Luiza Cantofa, expressou sua gratidão ao Ibram pelo reconhecimento. A instituição destacou seu compromisso contínuo em contribuir para o enriquecimento do cenário cultural e educacional de Apodi, do Rio Grande do Norte e do Brasil.

terça-feira, 5 de dezembro de 2023

UFRN transforma Museu de Ciências Morfológicas em unidade suplementar

Foto: Anastácia Vaz

O Conselho Universitário (Consuni) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) aprovou, nesta segunda-feira, 25, a criação do Museu de Ciências Morfológicas da UFRN (MCM), para ser transformado em unidade suplementar vinculada ao Centro de Biociências (CB). Inaugurado em 2009, o espaço tem como objetivo geral desenvolver atividades de extensão, ensino e pesquisa para a difusão de conhecimentos sobre morfologia e biodiversidade ao público em geral e à comunidade científica.

De acordo com o vice-diretor do CB, Expedito Silva, a transformação em unidade suplementar marca a criação do museu do ponto de vista administrativo, que inclui a elaboração do Regimento Interno, também aprovado pelo Consuni. Este documento apresenta as finalidades do MCM e a sua estrutura organizacional, composta por Conselho Deliberativo; Diretoria; Coordenadoria de Pesquisa; Coordenadoria de Divulgação e Secretaria Administrativa.

Localizado no prédio do CB, no Campus Central da UFRN, o MCM é um espaço de divulgação científica que recebe, anualmente, cerca de 10 mil estudantes de diferentes níveis de ensino. O acervo é composto por peças anatômicas humanas e animais, modelos sintéticos em resina dos sistemas do corpo humano, banners explicativos, coleções científicas, entre outras atrações. Mais informações estão disponíveis no Instagram.

quinta-feira, 11 de maio de 2023

TJRN reinaugura Memorial da Justiça Potiguar Desembargador Vicente de Lemos


o Tribunal de Justiça do RN realizou, na tarde dessa quarta-feira (10), a reinauguração do Memorial da Justiça Potiguar Desembargador Vicente de Lemos. Datado de 1911, o prédio conta a história da Justiça potiguar e está localizado na Rua Padre Manoel, bairro Cidade Alta, região histórica de Natal e teve seu acervo ampliado, agora contando com espaço para pesquisa. O vice-presidente do TJRN, desembargador Glauber Rêgo, representou o presidente do Poder Judiciário potiguar, desembargador Amílcar Maia, na solenidade.

Também participaram da solenidade: o vice-chefe do Departamento de História e vice-coordenador do Laboratório de Experimentação e História Social da UFRN, professor doutor José Evangelista Fagundes; a coordenadora técnica do Laboratório de Conservação e Restauração de Acervos Históricos da UFRN, Evanúzia Gomes de Oliveira, além do juiz auxiliar da Coordenadoria dos Juizados Especiais do Estado, Cleanto Pantaleão; do chefe de Gestão dos Juizados Especiais do Estado, Cláudio Marinho; da secretária de Gestão Estratégica, Maristela Freire e da secretária de Comunicação Social, Andreia Ramos.

O espaço do memorial está dividido em duas partes, tendo o primeiro piso de sua área destinada à pesquisa. Os trabalhos de revitalização do espaço duraram nove meses. O Memorial funciona de segunda a quinta-feira, das 8h às 16h, e às sextas-feiras, das 8h às 14h. O momento marcou a passagem do Dia da Memória do Poder Judiciário nacional, instituído pela Resolução CNJ nº 316, de 22 de abril de 2020.

A reinauguração aconteceu após o Memorial ter suas atividades ao público restringidas durante a pandemia da Covid-19. Entretanto, em 2022, durante a presidência do desembargador Vivaldo Pinheiro, em alinhamento com a Política de Gestão da Memória do Poder Judiciário do RN, o espaço vem sendo revitalizado, contando com novas salas de exposições permanentes, galeria dos ex-presidentes do TJRN e com a instalação do Centro de Pesquisa Documental e Histórica.

Chefe da Biblioteca e da Gestão Documental do Poder Judiciário do RN, a servidora Adriana Carla Oliveira ressalta que o Memorial será um local de realização de exposições sobre a história da Justiça norte-rio-grandense com documentos de época, objetos e artefatos, além de um acervo bibliográfico, arquivístico e histórico para pesquisas.

Parceria com a UFRN contribuirá para preservação dos documentos do acervo do Memorial.

“O acervo é composto por documentos dos séculos XIX e XX, como também fontes históricas de documentos administrativos, revistas e livros raros”, observa Adriana. No primeiro piso, o acervo está organizado por livros, periódicos, diários e materiais históricos, cabines de estudo e de pesquisa, e o mobiliário antigo, pertencente ao Pleno da sede antiga, da sede anterior da Praça Sete de Setembro.

Adriana reforça a importância da população da capital e de todo o estado visitar o espaço, que preserva momentos fundamentais não só da história da Justiça mas do próprio Rio Grande do Norte, com suas repercussões ao longo do tempo. “Vale a pena, conhecer o Memorial, para conhecer a história da Justiça potiguar e sua relação com aspectos sociais, políticos e culturais do RN e do Brasil. Assim o visitante saberá sobre a memória do Judiciário através dos séculos”, frisa a especialista. A sociedade pode se enxergar por meio dos documentos e registros, aprofundando o saber a respeito de fatos sociais, políticos e litígios jurídicos entrelaçados com a construção social e política dos potiguares.

A parte superior do prédio centenário contará com a Expo 130, alusiva aos 130 anos de atividades do TJRN, celebrados em 2022. Este equipamento se torna, portanto, exposição permanente do Judiciário norte-rio-grandense, incorporando o material e passando por um processamento técnico e de catalogação dos acervos existentes, em um trabalho constante de análise documental. Os documentos terão permanente acompanhamento de profissionais de Arquivologia, Biblioteconomia e de História, quanto a procedimentos que envolvem catalogação, por exemplo.

*Com informações do TJRN

quarta-feira, 22 de março de 2023

Lei Municipal Nº 1961/2023: Dispõe sobre a Denominação do Museu do Índio Luiza Cantofa no município de Apodi


ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
PREFEITURA MUNICIPAL DE APODI

SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO
LEI MUNICIPAL Nº 1961/2023 DE 21 DE MARÇO 2023

PLL nº. 328/2023 Autor, Antônio Laete Oliveira de Souza

Dispõe sobre a Denominação do Museu do Índio Luiza Cantofa e dá outras providências.

O PREFEITO MUNICIPAL DE APODI-RN faz saber, no uso das atribuições legais que lhe são conferidas pelo Art. 66 inciso IV da Lei Orgânica, e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º O Poder Executivo denominará de “Museu do Índio Luiza Cantofa”, todo acervo arqueológico, iconográfico e com artefatos de interesse cultural e histórico, existente nas dependências do Centro Histórico Cultural Tapuias Paiacus da Lagoa do Apodi, CNPJ nº 18.218.241/0001-77, localizado - Sitio Missão I, Nº1001, Zona Rural do município do Apodi, Estado do Rio Grande do Norte.

Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Gabinete do Prefeito, Palácio Francisco Pinto. em Apodi/RN, 21 de março de 2023.

ALAN JEFFERSON DA SILVEIRA PINTO
Prefeito Municipal

ARIANA CINTHIA DANTAS DE PAIVA
Secretária de Administração e Planejamento Portaria nº 0001/2021

Matéria publicada no Diário Oficial dos Municípios do Estado do Rio Grande do Norte no dia 22/03/2023. Edição 2996. A verificação de autenticidade da matéria pode ser feita informando o código identificador no site: https://www.diariomunicipal.com.br/femurn/

quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

Museu Municipal Tropeiros do Seridó – MUMUTROPS

Fachada do Museu Municipal Tropeiros do Seridó, localizado na Rua Manoel Sabino, n° 269.

O Museu Municipal Tropeiros do Seridó – MUMUTROPS é uma instituição de caráter cultural pertencente ao município de São José do Seridó. 

Fundado no ano de 2016, tem se dedicado a salvaguardar a memória local e regional, através da preservação de objetos diversos, organizados no museu a partir de galerias. Seu acervo traz desde fotografias a eletrônicos, material bibliográfico e artefatos do meio rural, traçando um perfil do museu como guardião do patrimônio cultural que marcou a história do município de São José do Seridó, na sua relação com a região do Seridó Potiguar.












domingo, 17 de julho de 2022

Quatro Museus para você conhecer em Martins (RN)

MEMORIAL MANOEL LINO DE PAIVA

Foto reprodução: Instagram @manoellinodepaiva

O Memorial Manoel Lino de Paiva é um resgate histórico e biográfico de um soldado que lutou na Segunda Guerra Mundial cuja iniciativa deve-se à família do homenageado que tombou na Batalha de Montese, Itália, a 14 de abril de 1945, atingido pela artilharia inimiga e foi sepultado no cemitério brasileiro de Pistóia.

O Memorial lembra também a participação de outros martinenses que engrossaram as fileiras contra o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial.

É mantido e conservado por membros da família do homenageado, com apoio do Poder Público.

Fonte: www.memorialmanoellinodepaiva.com.br/

MUSEU HISTÓRICO E CULTURAL DE MARTINS

Foto reprodução: Prefeitura de Martins

O Museu Histórico foi criado a 20 de dezembro de 1955, pelo Instituto Histórico e Cultural de Martins, como parte de suas metas. Funciona no Edifício "PAX" desde a sua criação e ocupa 4 salas: uma com exposição de objetos de Arte Sacra, duas com Móveis e Louças do século atrasado e uma com Biblioteca Jurídica e Galeria Fotográfica, onde se expõem fotos de filhos ilustres de Martins e do Estado. A beleza arquitetônica do prédio secular que abriga o Museu e que data do ano de 1871, dispensa comentários.

O acervo que compõe o Setor de Arqueologia é oriundo da Casa de Pedra, resultado de escavações feitas por uma equipe da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN; primeiro, sob a Foto reprodução: Prefeitura de Martins Coordenação do Professor José Nunes Cabral de Carvalho, que esperava encontrar fósseis de "Megatherium" (espécie de preguiça gigante); depois, o Professor Armand François Gaston Laroche deu continuidade aos trabalhos de pesquisa, de âmbito Nacional, com recursos oriundos do CNPQ e ajuda da Prefeitura de Martins.

O material lítico coletado nas escavações dentro e fora da caverna, num total de, aproximadamente, 5 mil peças, inclusive parte de uma ossada humana, é a prova concreta e inequívoca da presença de caçadores nômades naquele local. Integra também o acervo do Museu, uma coleção de gráficos, mostrando o resultado da pesquisa.

Foram publicados três volumes sobre essa pesquisa.

Fonte: https://www.martins-rn.com.br/

MUSEU CEL. DEMÉTRIO LEMOS

Foto: Arquivo pessoal

O Museu Cultural Cel. Demétrio Lemos, destaca-se de modo especial pelo seu rico acervo doado pelo seu patrono, adquirido com recursos próprios no Rio de Janeiro e doado ao Grupo Escolar Dr. Almino Affonso que criou sala especial com a denominação de "Museu Cultural Demétrio Lemos" pelo rico acervo cultural formado por estatuas em Art Nouveau, móveis artisticamente decorados, biblioteca com mais de mil volumes dos quais se destacam: a versão original de "O INFERNO" de Dante Alighiére, "ORLANDO FURIOSO" de Ariosto e "OS LUSÍADAS" de Luiz Vaz de Camões, preciosíssima pelo seu valor histórico, vez que o volume foi dedicado de próprio punho pelo editor português Emílio Biel, à Sua Majestade D. Pedro II, Imperador do
Brasil.

Fonte: https://www.martins-rn.com.br/

MUSEU DO AUTOMÓVEL DEUSDEDIT MAIA

Foto: Arquivo pessoal

No ano de 2019 durante o Festival Gastronômico e Cultura de Martins foi inaugurado o primeiro Museu do Automóvel do estado. O Museu Deusdedit Maia conta com carros antigos das décadas passadas, levando você a reviver a história. 

Ele está aberto ao público nos finais de semana no horário das 08:00 as 10:00 e a entrada é gratuita. Venham conhecer e viver o que Martins tem de melhor a oferecer.

Fonte: Blog Martins Princesa Serrana - https://martinsprincesaserrana.blogspot.com/2022/02/quatro-museus-para-voce-conhecer-em.html

domingo, 15 de maio de 2022

Museu Quilombola Gídeo Véio – São Tomé/RN


O Museu Gídeo Véio é uma iniciativa cultural, educativa e uma ferramenta de resistência e luta de uma comunidade quilombola que historicamente esteve exposta ao preconceito, discriminação e a negação dos seus direitos.

O Museu foi criado em 2016 e reúne relatos e fotografias dos antigos e dos atuais habitantes da comunidade, registros do processo de organização comunitária, das manifestações artísticas e objetos antigos de uso da comunidade.

O Museu Quilombola é uma homenagem a Gídeo Véio, um ex-escravo fugido de uma fazenda de gado em Santa Cruz – RN, que é considerado o fundador da comunidade Gameleira. A iniciativa realiza atividades educativas e culturais como oficinas de saberes, artesanato, rodas de leitura, exposições, visitas guiadas e atividades de plantio de árvores nativas e frutíferas.

OBJETIVOS


Estruturar e fazer funcionar um espaço de memória e museologia social como local de preservação e difusão da memória e história da Comunidade Quilombola de Gameleira em São Tomé-RN e de Gideo Véio, fundador da comunidade.

Desenvolver atividades continuadas de educação, cultura e cidadania com crianças, adolescentes, jovens e mulheres da comunidade na perspectiva de possibilitar o acesso aos bens culturais, desenvolver habilidades e o protagonismo dos atores locais.

Contribuir com o fortalecimento da identidade quilombola, processo de organização da comunidade, o desenvolvimento do território e o da população quilombola às políticas acesso públicas.


sexta-feira, 4 de março de 2022

UFRN e Governo do RN inauguram Museu dos Corais em Maxaranguape

ASCOM/IDEMA. 

Uma das principais atrações dos turistas e banhistas potiguares, os parrachos oferecem uma experiência única, geralmente expressa em lindas fotografias. No entanto, o que para muitos é visto apenas como piscinas naturais afastadas da costa são, na verdade, um complexo ecossistema marinho de enorme importância ecológica. Preocupados em conscientizar a população para a preservação desse ambiente muito disputado, a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e o Governo do RN, por meio do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (IDEMA), inauguraram nesta sexta-feira, 4, na Praia de Maracajaú, em Maxaranguape, o Museu dos Corais, espaço interativo e inclusivo sobre os oceanos com foco na conservação desses animais marinhos.

O Museu dos Corais, repleto de recursos e informações sobre a conservação desses organismos marinhos, convida o visitante a fazer uma viagem nos oceanos, especificamente nos recifes de corais do Litoral Norte Potiguar, trazendo informações sobre o estado atual de conservação dos ambientes coralíneos e a importância da educação ambiental para a manutenção das áreas. Utilizando um rico acervo de exemplares da fauna, atividades interativas e instalações artísticas, o equipamento apresenta as espécies ameaçadas e as áreas foco da APARC, além das diversas ações e projetos desenvolvidos para a proteção desse ambiente.

A solenidade de inauguração contou com a presença do vice-governador do RN, Antenor Roberto; da Tenente Coronel Rosalina (BPAmb); do operador turístico, Marcelo Zsigmond; do secretário da Semarh, João Maria Cavalcanti; do Pró-reitor de Extensão da UFRN, Graco Viana (representando o reitor da UFRN, José Daniel Diniz Melo); do prefeito de Rio do Fogo, Márcio Luis; do Capitão representando o 3º Distrito Naval, Allan Kardec; do coordenador do projeto Museu dos Corais, profº Guilherme Longo; do diretor-geral do Idema, Leon Aguiar, de membros do Núcleo de Gestão de Unidades de Conservação (NUC) e comunidade local.

Pesquisador Guilherme Longo explica importância da preservação dos corais – Foto: Ascom IDEMA

“O que vemos hoje é o resultado de uma parceria sólida entre o Governo do RN, através do Idema e a Universidade Federal que juntos concretizaram este novo aparelho turístico para agregar valor científico, cultural e de conservação aos já tão belos passeios nos parrachos do nosso Litoral Norte. É mais uma conquista para os cenários da Conservação e Educação Ambiental em nosso RN. Aqui sentimos um pertencimento e zelo pela coisa pública. Hoje pudemos ver o potencial de uma Área de Proteção, que é marca de um governo desenvolvimentista, que sempre abriu as portas para ciência, setor produtivo e para a comunidade”, afirmou o vice-governador do RN, Antenor Roberto.

Inauguração contou com representantes da UFRN e do governo do RN – Foto: Ascom IDEMA

O Museu dos Corais localiza-se na sede administrativa da APA dos Recifes de Corais, a maior Unidade de Conservação do Estado do RN, e a única 100% em ambiente marinho. Para a instalação do Museu, foram investidos R$35.000,00 (trinta e cinco mil reais).

Para o coordenador do Núcleo de Gestão de Unidades de Conservação do Idema, Rafael Laia, a inauguração do Museu era um desejo antigo da gestão da APARC. “Ele é exatamente a conclusão do processo de uma parceria eficiente entre o Idema e a UFRN, em que, através de projetos da própria Universidade, conseguimos desenvolver um equipamento com o objetivo de fazer educação ambiental e sensibilizar os visitantes. O Museu é mais um incentivo para que as pessoas venham visitar a Unidade de Conservação”, celebrou.


Ter uma sala de visitação no Ecoposto dedicado à biodiversidade dos parrachos já era um desejo antigo no Idema. A ideia tomou fôlego, através da iniciativa do Laboratório de Ecologia Marinha da UFRN, coordenado pelo professor Guilherme Longo, que desenvolve diversas atividades de pesquisa na APARC e tem forte atuação na comunicação de ciência, através do perfil do Instagram #DeOlhoNosCorais.

“Nossa ideia é utilizar abordagens interativas, inclusivas e lúdicas, proporcionando um espaço de aprendizado e vivência sobre as características, importância, ameaças e conservação dos oceanos. O intuito sempre foi criar uma ferramenta que pudesse ser utilizada para falar sobre a importância de manter esses ambientes saudáveis em longo prazo, favorecendo sua conservação e uso sustentável. Precisamos mostrar às pessoas como essa biodiversidade é importante para a manutenção da vida”, afirmou Longo.


A gestão da APARC é de responsabilidade do Idema. “Grande parte da comunidade local depende direta ou indiretamente desses ambientes saudáveis, seja através do turismo ou da pesca, e desempenham papel importante para promover sua sustentabilidade ambiental e econômica em longo prazo”, ressaltou o diretor-geral do órgão, Leon Aguiar. 

O diretor comentou, ainda, que considera esse momento marcante e fortalecedor da parceria entre o poder estadual com a UFRN. “Aqui tem muita dedicação e empenho. Agradeço às equipes envolvidas, que não mediram esforços para concretizar este equipamento. Vamos seguir em frente em prol do turismo sustentável e de uma educação ambiental cada vez mais fortalecida. Esperamos aproximar visitantes e moradores locais da biodiversidade marinha, para que todos reconheçam seu importante papel na conservação dos parrachos”, disse o diretor-geral do Idema, Leon Aguiar.

Na oportunidade, o prefeito de Rio do Fogo, Márcio Luis, falou sobre o trabalho do Idema. “Vejo a importância de todos que fazem o trabalho de sensibilização, de turismo sustentável e de preservação feito na área, que abrange três municípios. Sem informação nosso conhecimento e vivência ficam limitados. Então, meu pensamento é organizar mais e mais, a visitação turística nos parrachos e incentivar nossas crianças e jovens, por meio da visitação ao Ecoposto da Aparc a conhecerem as belezas e a biodiversidade aqui existente”, destacou.

Os recifes de corais abrigam cerca de 25% da diversidade marinha do planeta, e por isso são conhecidos como "as florestas tropicais dos oceanos". Apesar de sua alta diversidade, caracterizada por aproximadamente 2 milhões de espécies, estes ecossistemas cobrem menos de 1% da área dos oceanos, e encontram-se distribuídos apenas em regiões tropicais. A riqueza em formas e cores também é uma das principais características dos corais, que favorece associações com organismos de outros grupos, como peixes e crustáceos.

Para a representante da colônia de pescadores de Maxaranguape, Jadeir Regina do Nascimento, “é uma grande satisfação ter esses parrachos conservados com todo o trabalho da gestão da APARC e com os estudos que os professores e cientistas fazem. Essa é mais uma forma de preservarmos nossas espécies, assim como fortalecermos o turismo sustentável. É muito satisfatório conscientizar o uso dessa área”, relatou.

Passaporte

Também foi lançado, nesta sexta-feira (04), o Passaporte das Unidades de Conservação Estaduais do Rio Grande do Norte. A partir de agora, os viajantes ganham um estímulo a mais para conhecer e carimbar na memória as experiências vividas nas 10 UC’s protegidas pelo Estado e também no Cajueiro de Pirangi.

O Rio Grande do Norte possui 253 mil hectares em Unidades de Conservação Estaduais, classificadas em Área de Proteção Ambiental, Parque Ecológico, Parques Estaduais e Reserva de Desenvolvimento Sustentável. O material foi produzido pela equipe técnica do Núcleo de Unidades de Conservação e da Assessoria de Comunicação do Idema.

APARC

A Área de Proteção Ambiental dos Recifes de Corais (APARC) foi criada em 2001, por meio do Decreto N° 15.746, com o objetivo de proteger a região marinha que abrange a faixa costeira dos municípios de Maxaranguape, Rio do Fogo e Touros, no litoral norte do Estado.

Com uma área de mais de 136 mil hectares, a APARC assegura a preservação da biodiversidade marinha presente na Unidade com a ocorrência de recifes de corais - considerado o mais diverso habitat marinho do mundo. Face às suas belezas naturais e diversidade biológica, a APA constitui-se como pólo turístico do RN, permitindo a prática do mergulho submarino, visitação aos bancos de corais, pesca artesanal e pesquisas científicas.

Museu dos Corais

Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8h às 17h.

Sábado: das 8h às 12h

Entrada gratuita

domingo, 23 de janeiro de 2022

Coleção Zoológica da UERN é organizada, estruturada e disponibilizada virtualmente


O egresso do curso de Ciências Biológicas da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), Marcus Vinicius Gomes Dantas, realizou, em seu trabalho de conclusão de curso finalizado recentemente, um processo de identificação e curadoria da Coleção Zoológica do curso.

Grande parte do material é de animais que representam a fauna do Rio Grande do Norte, refletindo diretamente em sua biodiversidade. São 225 lotes, tendo nove filos representados: artrópodes, anelídeos, cnidários, equinodermos, moluscos, nematóides, poríferos e platelmintos.

A Coleção está armazenada no Laboratório de Biologia I e é dividida em duas partes, a de invertebrados e vertebrados, sendo a primeira sistematizada e estruturada por Marcus Vinicius junto a outros alunos e professores.

Um dos objetivos da realização da pesquisa, segundo o ex-aluno, foi possibilitar aos estudantes da área biológica e da saúde uma maior interação com o acervo.

“A coleção de invertebrados funciona como material para as aulas práticas dos alunos do curso de Biologia e, devido alguns exemplares que possuímos, alunos das áreas da saúde também poderiam se beneficiar dessa coleção. Assim, conhecendo mais a fundo sobre ela, possibilitamos que os graduandos tenham uma melhor interação e conhecimento sobre esse material”, disse.

“Caracterização Estrutural da Coleção Didática de Invertebrados da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte” é o título do trabalho cuja orientação foi do professor Dr. Carlos Eduardo Alencar.

O docente destaca que os animais representam uma documentação básica sobre os invertebrados que habitam ou já habitaram o nosso Estado.

“A coleção de invertebrados da Uern é uma amostra da biodiversidade do estado e deve ser preservada, mantida e receber investimentos para sua constante melhoria e adequação”, defendeu o orientador.

O acervo está disponível no site Museu Virtual de Ciências Biológicas da Uern e pode ser acessado AQUI.

Texto: Vanessa Elen – estagiária de Jornalismo da UERN

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Museu do Seridó inicia plano de preservação histórico-cultural

Ilustração do Museu – foto cedida

“O Museu do Seridó (MDS/UFRN) é, ao mesmo tempo, um local de pesquisa acadêmica, ponto turístico de Caicó e uma instituição aberta à preservação e à comunicação das manifestações populares regionais”. A frase é de Tiago Tavares, historiador e coordenador adjunto do projeto Museu do Seridó: preservação de acervo e divulgação da memória seridoense. Com início no dia 3 janeiro, o trabalho é uma extensão das atividades de higienização e organização dos acervos do Museu, reiniciado em 2019, e visa à superação dos desafios na luta por divulgação e manutenção da história local. Só nos últimos três anos, centenas de peças já passaram pelo projeto e foram resguardadas conforme os critérios da museologia.

Tiago esclarece que esse trabalho é interno, silencioso e costuma passar despercebido pelos visitantes, uma vez que grande parte dos acervos não entra em exposição. Para guiar a iniciativa, o Museu do Seridó finalizou, em dezembro de 2021, seu Plano Museológico. O objetivo foi analisar a situação atual da instituição, expectativas futuras e que etapas cumprir para alcançá-las. Até fevereiro, o projeto de conservação recebe a coordenação de Vanessa Spinoza, diretora do MDS, e conta com o apoio das comunidades acadêmicas e externas à UFRN.

Na luta pela conservação da memória, Tiago aponta que a principal barreira tem sido aproximar o tema da população geral e, posteriormente, estabelecer um processo educativo. “Por preservação, entendemos mais que acondicionar e catalogar corretamente as peças de um museu, embora isso seja primordial. Por isso, nós estamos sempre procurando contato com nosso público, de forma, inclusive, não presencial”, enfatiza o historiador.

Entre as medidas tomadas pelo MDS para fortalecer esse diálogo, estão a aproximação do espaço com a mídia, visita mediada virtualmente em escolas de diversas localidades (públicas e privadas), incluindo as de Educação de Jovens e Adultos (EJA), constante interação nas redes sociais e publicação de artigos. Outra iniciativa é o e-book O museu vai às escolas: roteiros histórico-culturais para a preservação e promoção da memória seridoense, que pretende aproximar a instituição das escolas do Seridó.

Em formato digital, o trabalho é voltado para professores da educação básica e tem o objetivo de somar no apoio à promoção da cultura regional. “É uma parceria entre a UFRN e a equipe do Museu do Seridó e professores e estudantes do Departamento de História do Centro de Ensino Superior do Seridó (Ceres), o curso de Turismo da Faculdade de Engenharia, Letras e Ciências Sociais do Seridó (Felcs) e o Museu Câmara Cascudo (MCC)”, explica Tiago, que também ajudou na apresentação do MDS.

Ele complementa afirmando que a equipe do MDS pretende usar todos os meios virtuais para a divulgação do material, como suas redes sociais, e vai disponibilizar o livro ao maior número de escolas públicas da região. Na perspectiva do historiador, a troca de saberes com a comunidade é o que torna um museu vivo. Diante disso, destaca que a variedade das ações do MDS traduz o interesse em diversificar cada vez mais seu público.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

PMRN inaugura Espaço da Memória Cel Salatiel Rufino em Caicó/RN


Na manhã desta quarta-feira (15), a Polícia Militar realizou a solenidade de inauguração do Espaço da Memória Coronel PM RR Salatiel Rufino dos Santos, na cidade de Caicó/ RN, como também o ato de entrega dos diplomas de Colaborador Emérito e de agradecimento pelos bons serviços prestados ao 6º BPM.

Na ocasião, uma baioneta, modelo “Yatagan”, equipamento este utilizado em diversas batalhas na Guerra do Paraguai, pelo efetivo da PMRN a época lotado no Batalhão “Voluntários da Pátria”, foi doada da Sala Histórica Tenente Luiz Rabelo (localizada no Quartel do Comando da PMRN) para o memorial do 6º BPM.

Estiveram presentes o Subcomandante e Chefe do EMG da PMRN, Coronel Zacarias Mendonça, o Comandante do CPRE, Coronel Castelo Branco, o Ex-comandante Geral da PMRN, Coronel PM RR Ângelo, Major Cirne, respondendo pelo comando do 6º BPM, dentre outros.


domingo, 21 de novembro de 2021

Museu de Artes Sacras é inaugurado em São Fernando(RN) e conta com relíquias do Frei Damião


Na quinta-feira (18), na programação social da festa de Nossa Senhora do Patrocínio, houve a inauguração do novo museu de Artes Sacras, que fica localizado dentro da estrutura do Centro de Pastoral, que na ocasião foi reinaugurado com a bênção do Bispo de Caicó, Dom Antônio Carlos e o Padre Ronney Galvão – administrador paroquial da Paróquia de Nossa Senhora do Patrocínio. A solenidade também contou com a presença de autoridades, pastorais e comunidade religiosa.

O museu de artes Sacras foi um projeto antigo da professora de História de São Fernando, Maria da Guia de Medeiros em comunhão com a igreja e apoio da comunidade religiosa e do governo municipal da cidade de São Fernando.

O nome do museu presta uma homenagem a irmã religiosa Petronila do Patrocínio, conhecida por Tonila.

“Este espaço servirá de pesquisa e recolhimento de relíquias de nossos antepassados”, destacou Maria da Guia, que atualmente realiza um trabalho como professora na área de projetos culturais na secretaria municipal de Educação de São Fernando.

Um dos destaques no acervo do museu de artes sacras de São Fernando são as sandálias do Frei Damião, uma verdadeira relíquia daquele que é considerado santo pelo povo católico. Em vida, Frei Damião realizou várias missões na cidade de São Fernando.

A relíquia das sandálias de Frei Damião foi doada pela família de Zezé de Chiquinho e Gilda e antes pertencia à família de Dona Lourdes, quando Frei Damião esteve em peregrinação em missões no Seridó, especialmente em Caicó.






Sobre Frei Damião:

Frei Damião de Bozzano nasceu na Itália no dia 05 de novembro de 1898 e foi radicado no Brasil. Aos 12 anos foi estudar em um colégio de padres. Aos 19 anos, foi convocado para a 1ª Guerra Mundial. Aos 27 anos, diplomou-se em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma e depois lecionou nos conventos de Vila Basílica e de Massa.

Ordenado sacerdote em 25 de agosto de 1923, foi a partir da década de 1930 que o frei iniciou seus trabalhos no Brasil. Frei Damião conseguiu arrastar multidões de romeiros, que buscavam esclarecimentos em suas pregações, durante as chamadas Santas Missões. O religioso morreu no dia 31 de março de 1997, aos 98 anos. Seus restos mortais estão no Convento dos Capuchinhos, no Bairro do Pina, em Recife.

Saiba mais sobre museu e arte sacra:

Os museus são importantes instrumentos de preservação da memória cultural de um povo, e responsáveis por seu patrimônio material ou imaterial. No início, sua finalidade era apenas de salvaguardar e não de disseminar as informações culturais.

O museu é o lugar onde estão guardadas as coleções de objetos artísticos, científicos ou de outro tipo, em geral de valor cultural, convenientemente organizados para que sejam observados. Não existem museus apenas de arte, mas de todo tipo, como científicos, etnográficos e botânicos, dentre outros.

A "arte sacra" é aquela arte religiosa que tem um destino de liturgia, isto é, aquela que se ordena a fomentar a vida litúrgica nos fiéis e que por isso não só deve conduzir a uma atitude religiosa genérica, mas há de ser apta a desencadear a atitude religiosa exigida pela Liturgia, ou seja para o culto divino.

Além de servir para o aprendizado visual, o museu ajuda a incorporar sentidos e fortalece a individualidade sensível e social. A arte potencializa o questionamento, contribui para as pessoas se expressarem porque provoca diálogos.

Por Paulo Júnior - Portal de São Fernando

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Museus da região do Alto Oeste Potiguar: Museu Cultural Francisca Dantas de Morais (Major Sales/RN)



Museus da região do Alto Oeste Potiguar

O Museu Cultural Francisca Dantas de Morais fica localizado no município de Major Sales/RN. Foi criado no ano de 2003, nascido do sonho da Mestra de Cultura Popular Francisca Dantas de Morais (D. Francisquinha – In Memória), uma das maiores incentivadoras da cultura do município.

O acervo do Museu é composto não somente da história do município, mas também da história de vida e trabalho de D. Francisquinha, que deixou um legado documentado importante que serve como subsídio para a história do município e região.

Uma das pessoas que está a frente da equipe do Museu é dona Fátima Morais, filha de dona Francisquinha, que, assim como a mãe, segue trabalhando em prol das memórias e cultura do município.

Está na região do Alto Oeste Potiguar? Então não deixe de conhecer o Museu Cultural Francisca Dantas de Morais de Major Sales/RN. Um espaço de preservação do saber popular da ancestralidade, da transversalidade entre cultura e a educação formal e de exposições com visitas guiadas. 

Tem Museus, histórias, memórias e muita cultura na região do Alto Oeste Potiguar.

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quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Museus da região do Alto Oeste Potiguar: Museu Caboclo (José da Penha)


O Museu Caboclo fica localizado no município de José da Penha/RN. Foi inaugurado no dia 30 de dezembro de 2017. 

O idealizador do museu foi o senhor Airton Ferreira da Costa, mais conhecido no município por Aerton Caboclo. Entusiasta da cultura, literatura, história e política. 

Atualmente o Museu oferece uma exposição sobre a história de José da Penha e um acervo riquíssimo de peças que fazem parte da cultura do sujeito nordestino, em especial dos josepenhenses.

Está na região do Alto Oeste Potiguar? Então não deixe de conhecer o Museu do Caboclo em José da Penha/RN.

Tem Museus, histórias, memórias e muita cultura na região do Alto Oeste Potiguar. 

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segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Museus da região do Alto Oeste Potiguar: Museu Histórico de Martins


O Museu Histórico de Martins fica localizado em uma das cidades serrana mais conhecida do estado do Rio Grande do Norte, Martins/RN. Hoje é Museu, mas antes era conhecido como o Instituto Cultural de Martins, inaugurado em 20 de dezembro de 1955.

No decorrer dos anos, o espaço ficou um período fechado, passou por reformas e reabriu em 2020. O prédio onde funciona o Museu se destaca por sua beleza e história, além de, atualmente, oferecer salas com exposições sobre artistas locais que produzem peças de barro, famílias e tradições do município, acervo da Casa de Pedra, um bistrô, espaço de convivência, entre outras atrações.

Não deixem de conhecer o Museu Histórico de Martins que funciona de quarta-feira ao sábado pela manhã e tarde, e ao domingo pela manhã.

Tem Museus, histórias, memórias e muita cultura na região do Alto Oeste Potiguar.

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sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Museus da região do Alto Oeste Potiguar: Museu de Cultura Popular (Francisco Dantas)


O Museu de Cultura Popular fica localizado na cidade de Francisco Dantas/RN, foi idealizado pelo Prof. Dr. Jairo José Campos da Costa e está aberto ao público desde o ano de 2016.

O Museu é mantido pela Associação Fundação Cultural Professor Jairo José Campos da Costa e oferece aos seus visitantes uma vasta coleção de obras de artes do acervo pessoal do professor Jairo, além de outras peças que configuram a cultura e a história nordestina e brasileira.

Quando estiverem na região do Alto Oeste Potiguar, não deixem de conhecer o Museu de Cultura Popular de Francisco Dantas/RN. Sigam também a página do instagram @museudeculturapopular

Tem Museus, histórias, memórias e muita cultura na região do Alto Oeste Potiguar.

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quinta-feira, 12 de agosto de 2021

Museus da região do Alto Oeste Potiguar: Memorial Monsenhor José Aires (São Miguel)


O Memorial Monsenhor José Aires fica localizado na cidade de São Miguel/RN, foi inaugurado no dia 27 de setembro de 2015 e recebe visitas desde então.

Renê Guida, micaelense e historiador, é o responsável pelo espaço e pela exposição que reúne acervo fotográfico, mobiliários que pertenceram à família Aires, além de objetos e paramentos litúrgicos.

Não deixem de conhecer o Memorial quando forem ao município de São Miguel/RN. Sigam também a página do instagram @memorialmja.

Tem Museus, histórias, memórias e muita cultura na região do Alto Oeste Potiguar.

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sábado, 6 de agosto de 2016

Museu do Índio Luiza Cantofa - 1º Museu Indígena do RN

Primeiro Museu Indígena do Rio Grande do Norte

Sobre o Museu do  Índio Luiza Cantofa

O Museu do Índio Luíza Cantofa  é o  Primeiro Museu Indígena do Estado do Rio Grande do Norte. Fica localizado na Rua Antonio Lopes Filho, nº 105, na cidade de Apodi/RN, na mesorregião Oeste Potiguar.

O Museu tem dentre os seus principais objetivos, resgatar a  cultura indígena de Apodi, abrigando  em seu acervo  peças e artefatos feitos pelos Tapuias Paiacus, primeiros habitantes das terras apodienses.

Atualmente, funciona provisoriamente na casa da pesquisadora apodiense Lucia Maria Tavares, que é a Presidente do Centro Histórico-Cultural Tapuias Paiacus da Lagoa do Apodi(CHCTPLA), entidade mantenedora do Museu Luíza Cantofa.  


"Somos os primeiros habitantes do Brasil, somos os primeiros do Rio Grande do Norte, somos os primeiros de Apodi e somos os senhores natos do continente da America". Lucia Maria Tavares - Presidente do CHCTPLA

O Museu é uma homenagem a apodiense Luiza Cantofa, guerreira indígena que foi brutalmente assassinada na cidade de Portalegre/RN, no dia 03 de novembro de 1825. 

Visite a página do Museu no facebook clicando aqui

Sobre a índia Luiza Cantofa

Foi uma guerreira indígena natural de Apodi/RN, pertencente à tribo dos índios Tapuias Paiacus.

A notícia da existência de Cantofa na serra de Portalegre se espalhou e o povo foi à procura de Cantofa. Debaixo de um frondoso cajueiro, dormia ela a sesta quando foi despertada pelo povo. Abrindo um pequeno oratório, ajoelhou-se aos pés do Cristo Crucificado e começou a rezar o ofício de Nossa Senhora. Jandy, banhada em lágrimas, pedia perdão ao povo, perdão para sua querida avó. Um dos algozes vendo o pranto de Jandy e as rezas da velha cabocla diminuíam a satisfação do seu extinto sanguinário, aproximou-se dela e quando a velha rezava a coluna: “Deus vos salves relógio, que andando atrasado serviu de sinal…”. Cravou o punhal no peito da anciã que caiu fulminada e levada em sangue. Jandy caiu desmaiada aos pés da sua avó. No dia seguinte, Cantofa foi sepultada no mesmo lugar onde foi assassinada. Jandy não mais foi encontrada e não se sabe o seu destino. 

Segundo a tradição popular, o local da morte de Luíza Cantofa corresponde àquele local onde hoje existe a chamada Fonte da Bica distante cerca de 400 metros do centro da cidade de Portalegre. Afirma a tradição popular que, durante muitos anos, o lugar do falecimento da velha Luíza Cantofa ficou mal-assombrado. Algumas pessoas que dali se aproximavam, ouviam claramente uma voz a rezar o Ofício de Nossa Senhora. 

Luiza Cantofa é patrona de uma pequena rua, localizada no Bairro IPE, bairro que dá acesso à entrada da cidade. 

Sobre o Centro Historico-Cultural Tapuias Paiacus da Lagoa do Apodi(CHCTPLA)

Seus principais objetivos são: 

- Resgatar e preservar a Cultura étnica indígena da Nação Tarairiú, especificamente, dos Tapuias Paiacus, considerando-os estes, um coexistente marco histórico na formação e fundação do município de Apodi – RN.
- Promover e apoiar ações que contribuam para o resgate, divulgação e valorização da arte e da Cultura indígena.
- Estimular a parceria, o diálogo local e solidariedade entre os diferentes segmentos sociais, participando junto a outras entidades de atividades que visem interesses comuns.
- Contribuir para a ampliação, difusão e disseminação do conhecimento sobre a história, Cultura e Arte indígena.
-Apoiar, bem como promover ações sustentáveis que contribuam para a preservação ambiental, de modo especial, da Lagoa do Apodi, tendo em vista, a sua contribuição histórica para o surgimento da cidade, uma vez que suas margens serviram de espaço para a realização de atividades como: plantação, pescaria, dentre outras pelos referidos nativos.

Para acessar a página do CHCTPLA, clique aqui

Abaixo algumas fotos do Museu: 

Centro Histórico-Cultural Tapuias Paiacus da Lagoa do Apodi e Museu do Índio Luiza Cantofa, ambos funcionam provisoriamente no mesmo espaço. 

CHCTPLA e Museu Luíza Cantofa
Museu do Índio Luiza Cantofa

 Interior do Museu 

 Peças indígenas

Artefatos e peças líticas

Para visitar o Museu do Índio Luíza Cantofa, agende a sua visita com a pesquisadora Lúcia Maria Tavares, através do seguinte número: 84 - 9 9914-2282